sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dica de Leitura - Parábolas que Jesus Contou e que valem para sempre






De todas as parábolas que Jesus contou, algumas são especialmente belas e instrutivas, e foram escolhidas para compor esse "Parábolas que Jesus contou e valem para sempre" Com um estilo claro e objetivo, Therezinha Oliveira, autora da clássica "Coleção Estudos e Cursos", relê com cuidado e carinho essas vinte parábolas com olhos já acostumados aos textos bíblicos. Lança luzes e revela conceitos inovadores, especialmente em passagens delicadas ou de entendimento que exige interpretação mais esmerada. Envolva-se com as mais belas parábolas e descubra mais que histórias, um exemplo, mais que uma narrativa, um caminho de vida seguro em direção à felicidade

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ânimo e Fé Viva

No tumulto das obrigações que nos cabem cumprir, na esfera humana, existe no imo do ser o recanto da paz em que nos é possível o reencontro incessante, e, nesse doce cenáculo de meditação e prece, estamos habitualmente mais juntos.

Não esmorecer, não nos afligirmos em demasia. Agir com serenidade e confiança. Às vezes parece que o barco estala sob a tempestade, mas o Cristo - só o Cristo - é o timoneiro.

Conservemos a ordem no piso de nossa embarcação, e o entusiasmo se nos fará invariavelmente o teto, a fim de que, de permeio, à feição de carga valiosa, possamos conduzir para Deus o nosso dever bem cumprido. Ânimo e fé viva.

Do livro: "Mais Luz"; Pelo Espírito Batuíra; Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Voltei - Livro do Mês de Julho




Vejam o filme preparado pela FEB sobre o livro "Voltei"















quinta-feira, 30 de junho de 2011

Caridade: A Maior Das Virtudes

"Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.
A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não trata com leviandade,não se ensoberbece;
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade nunca, jamais há de acabar, ou deixem de ter lugar as profecias, ou cessem as línguas, ou seja abolida a ciência.
...Agora pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três virtudes, porém a maior delas é a caridade"

Paulo de Tarso - (I Coríntios, Capítulo 13, versículos, 1-7 e 18)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Perdão e Vida

Se desejas a benção da paz, simplifica a própria vida para que a tranquilidade te favoreça.
Aprende a viver o minuto que Deus te empresta no corpo físico, amealhando a luz do conhecimento nobre e fazendo aos outros o bem que possas.
Auxilia, perdoa, trabalha, ama e serve, gastando sensatamente os recursos que o Céu te situou no caminho e nas mãos, como quem sabe que a Contabilidade Divina a todos nos procura no grave instante do acerto justo.
E, simplificando as próprias experiências, reconhecer-te-ás mais leve e mais feliz, habilitando-te, por fim, à libertação espiritual que, infalivelmente, convocar-te-á, hoje ou amanhã, para o regresso à Vida Maior.

Do livro: "Perdão e Vida"; ditada pelo Espírito Emmanuel; Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Sustentação

Por maior que seja a prova,
Não te afastes de Deus.

Pode a estrada ser fria,
No entanto, Deus te aquece.

Sentes que há sombra em torno,
Deus, porém, te ilumina.

Se te notas sem força,
Eis que Deus te sustenta.

Nos piores conflitos,
Deus se faz descanso.

Não desistas do bem.
Deus não te faltará.

Do livro :"Tocando o Barco", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 14 de junho de 2011

Segurança Íntima

Ante os impactos emocionais do cotidiano, estimarias construir a segurança íntima, a fim de que a serenidade se te faça constante cidadela defensiva e podes, indiscutivelmente, construir semelhante refúgio.

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Inicia a edificação da própria paz, observando que todos necessitamos pensar por nós mesmos, embora sabendo que somos influenciáveis pelas idéias alheias.

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Aceitando-nos a condição de parcelas da imensa família humana, verificaremos que as nossas dificuldades não são maiores que as dos outros.

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Integrando a comunidade terrestre, suscetível de adotar numerosos enganos em razão do aprendizado em que nos encontramos, somos impelidos a entender que não estamos isentos de cometer determinados erros e que isso é compreensível, à maneira do sinal vermelho,, no trânsito comum, convidando-nos a parar, de modo a seguirmos adiante, em espaço imune de riscos.

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Alertados pelo impositivo de atender ao caminho que nos seja próprio, apreneremos que a estrada dos entes mais queridos pode ser muito diferente da nossa.

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Admitindo cada criatura por transeunte ou viajor no carro da própria existência, saberemos zelar por nossas diretrizes, sem interferir na condução do próximo.

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Partilhando a realidade de todos, ser-nos-á fácil reconhecer que, os contratempos que nos ocorram, talvez igualmente aconteçam na marcha dos seres que amamos, competindo-nos auxiliá-los, tanto quanto desejamos ser auxiliados na solução de nossos problemas.

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A convicção de que todos nos achamos em caminho, buscando realizações mais ou menos idênticas entre si, sob riscos análogos, nos podará qualquer impressão de privilégio, à frente dos companheiros da Humanidade, com os quais precisamos estar em paz, na garantia da própria segurança.

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Reflete nisso e concluirás que esse ou aquele viajor no mundo tem necessidade de proteger a viatura que lhe diga respeito, de maneira a não suscitar desastres que ameacem aos outros e a si mesmo.

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A serenidade habitará conosco, na Terra, quando aí compreendermos que toda criatura irmã tem seu próprio corpo, com os sonhos, compromissos, realizações e iniciativas a que se associe, o que nos afastará dos julgamentos precitados e das condenações indébitas, para que estejamos em plena vivência da regra áurea, cuja prática é o coração da felicidade a fim de que estejamos na felicidade do coração.

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Do livro "Calma"; Pelo Espírito Emmanel; Psicografia de Francisco Cândido Xavier


ESTAMOS DE VOLTA!

Olá amigo de ideal espírita, depois de um período, retornamos com nosso estudo de livros espíritas. Agora em novo formato e muito mais inter...