Fernanda, Débora, Ana Paula e Adilson (Ana Cecília estava em pensamento, pois saiu antes)
Juntos, novamente, estudando e reciclando conhecimentos a respeito da conduta do trabalhador espírita, que busca a reforma íntima através do trabalho, da caridade, percebendo que somente mudará quando for útil ao seu próximo.
9.
Na sociedade
A
doutrina espírita é uma só, em quaisquer circunstâncias. Cada espírito responde
por si mesmo. Perdoar sempre as possíveis e improcedentes desaprovações sociais
no que tange a nossa fé, pois ainda hoje há quem resista em aceitar nossa
crença e nossos ideais em Cristo Nosso Senhor. Como cristãos, sabemos chegar às
profundezas das ocorrências terríveis, socorrendo os caídos; em nenhum momento
devemos olvidar que a condição social do indivíduo é apenas apresentação
passageira. Numa próxima encarnação, dependerá da programação espiritual de
cada um.
10.
Nos embates políticos
Aproxima-se
o momento em que escolheremos os responsáveis políticos para um período de
governança. Serão aqueles que cuidarão dos nossos destinos administrativos por
um período variável. Devemos ter em mente que o Espiritismo não pactua com
interesses puramente terrenos e discussões políticas, que normalmente resvalam
para condenar aqueles que se acham investidos em funções públicas que não fazem
parte do procedimento doutrinário; devemos, isto sim, orar em favor deles, para
que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
11. No templo
Comparecer pontualmente nos locais reservados para as
reuniões espíritas, sem provocar perturbações de qualquer espécie. Cumprimentos
efusivos também não são recomendáveis. O silêncio, nesses momentos, é um
cúmplice bastante esperado. Há uma série de condutas que devem ser obedecidas
nesses locais, principalmente levando-se em conta que ali ocorrem encontros do
Alto, as Forças Superiores, e deverá ser mantido o justo respeito ao lar de
oração. Acostumar-se a não confundir preguiça ou timidez com humildade,
abraçando os encargos que lhe couberem, por mais simples que sejam; mantenhamos
a nossa disposição de servir, sempre!
12. Na obra assistencial
Quem ajuda hoje, poderá ser ajudado amanhã. Pelo menos
uma vez por semana, dedicar-se a qualquer tipo de assistência em favor dos
necessitados, alimentando a simplicidade doutrinária, vivendo em familiaridade
respeitosa com todos, não retendo excessos no guarda-roupa e na despensa,
objetos sem uso e reservas financeiras que podem socorrer necessitados em
assistências sociais e, como prega a doutrina, “posse inútil, grilhão mental”.
13. Na propaganda
A doutrina deve ser administrada em pequenas porções.
Seja humilde ao desenvolver qualquer atividade de propaganda doutrinária,
evitando alarde, sensacionalismo, etc. Use com prudência ou substitua
expressões com conotação política, costumes, práticas sociais ou religiosas contrárias
ao pensamento espírita, lembrando que uma palavra inadequada pode macular uma
bandeira mais nobre.
14. Na tribuna
A palavra revela o equilíbrio. Procurar abolir, nas
palestras, vocabulários impróprios, expressões pejorativas e as gírias usuárias
nas ruas; sempre que possível use o “nós” ao invés do “eu”. O orador é
responsável pelas imagens mentais que registre nas mentes que o ouvem. Palestre
com naturalidade, governando as próprias emoções, respeitando o tempo que lhe
foi concedido para a sua exposição.
15. Na imprensa
Um comentário desairoso desencadeia perturbação.
Escreva com clareza e simplicidade. Um período longo é igual a dois curtos, que
facilitam o entendimento; concisão e objetividade não devem ser esquecidos.
Evite atacar pessoas e instituições; procure convergir para Jesus e para o
Espiritismo o interesse e a atenção dos leitores ou ouvintes, e também de
eventuais telespectadores.
16. Na radiofonia
Aplicam-se os princípios do capítulo anterior – Na
imprensa -, e mais: A boca invigilante, mesmo discorrendo sobre o amor, fere e
condena. Quando a palavra é disparada, é como a flecha, não há retorno. Quem
sente o que diz, vive o que pensa.
Resumo feito por Adilson, favor manter os créditos.
17. NOS CONCLAVES
DOUTRINÁRIOS
Recomendam-se que os participantes sejam representantes de boa
vontade, entusiasmados com a tarefa e que respeitem as crenças alheias, pacíficos
no debate, competentes quanto ao conteúdo e planejamento. Devem ser firmes com
ideias apolíticas e que não desejam apenas passar tempo. É importante divulgar
as resoluções, experiências e avisos, especialmente quando do retorno a suas
funções.
18. PERANTE NÓS MESMOS
Os espíritas devem preferir a autocrítica ao autoelogio, cultivar a
humildade, não fazer da fé profissão, ser gentil sem contrariar seus princípios,
efetuar as tarefas no limite de suas possibilidades, sem esquivas ou excessos.
Libertar-se de talismãs e práticas de
sorte, pois o acaso não existe. Esquivar-se de armas e defesas pessoais.
“O SERVIDOR FIEL DA DOUTRINA
POSSUI, NA CONSICENCIA TRANQUILA, A FORTALEZA INATACÁVEL.”
19. PERANTE OS
PARENTES
Ser fiel aos preceitos
espíritas cristãos, sendo cônjuge generoso e melhor pai, filho dedicado e companheiro
benevolente. Intensificar o afeto com aqueles que não lhe compreendem. A
humanidade é nossa grande família, assim os laços de afeto devem se propagar além de parentes.
“TEMOS, NA FAMÍLIA CONSANGUÍNEA,
O TESTE PERMANENTE DE NOSSAS RELAÇÕES COM A HUMANIDADE.”
20. PERANTE OS COMPANHEIROS
Devemos
respeitar ideias e pessoas, perdoando os que nos magoam, prejudicam, incluindo
os obsessores e irmãos infelizes. Ser gentil e atencioso, evitando
maledicências e manter-se em comunicação cordial sem interesses. Não elogiar (“O
elogio é sempre dispensável.”) ou criticar destrutivamente. Ser solidário, mas
nunca ser cúmplice com o mal. Desapegar-se bens materiais.
21. PERANTE A CRIANÇA
Amparar as crianças, buscando auxiliar na
recuperação das enfermas e desajustadas, nas obras assistenciais.
- matricular seus filhos nas escolas de moral espírita cristã,
incentivando a literatura de obras espíritas;
- observar se é apropriada a participação de crianças em reuniões
doutrinárias;
- estimular noções de responsabilidade e dever, evitando
prêmios (falsa recompensa).
- não permitir que os filhos frequentem locais inadequados e não
oferecer presentes violentos;
- não incrementar faculdades mediúnicas das crianças. Nunca permitir
que estas participem de trabalhos de assistências a desencarnados.
Recomendam-se em caso de distúrbios da mediunidade infantil, oração e passe.
“ORIENTAÇÃO DA INFÂNCIA,
PROFILAXIA DO FUTURO.”
22. PERANTE OS DOENTES
Conviver com enfermos, inválidos e dementados, nunca esquecendo o papel da
dor na evolução espiritual, portanto evitando desânimo e lamentações infelizes.
Estimular uma atmosfera positiva, com orações e palavras de carinho e
esperança. Nunca garantir a cura ou prever quando esta se dará. Apenas auxiliar
nas necessidades físicas e morais sem humilhar, julgar ou desprezar os
enfermos.
23. PERANTE OS
PROFITENTES DE OUTRAS RELIGIÕES
“SILENCIAR TODO IMPULSO TODO IMPULSO A
POLÊMICAS COM IRMÃOS APRISIONADOS A CAPRICHOS DE NATUREZA RELIGIOSA.”
Não
humilhar, ridicularizar. Fugir a discussões acaloradas que podem ser
contaminadas pela cólera, assim como não promover debates estéreis sobre a
origem da vida, o universo ou tópicos do espiritismo. Não se agarrar a
conceitos radicais. Não impor, forçar ou exigir mudanças de hábitos religiosos
ou crenças.
24. PERANTE OS
ESPÍRITOS SOFREDORES
Não prestar assistência a desencarnados é falta de
caridade. As reuniões voltadas para tal devem ser pautadas por doçura, energia
e objetividade. Os participantes devem ter moral evangélica e conhecimento
doutrinário. Múltiplas manifestações psicofônicas devem ser evitadas para
garantir a harmonia, atendendo cada caso por vez com serenidade e sem polêmicas
ou ironias. Não questionar ou condenar. Carinho nas palavras e prece.
Resumo feito por Ana Cecília, favor manter os créditos.
25. PERANTE OS MENTORES ESPIRITUAIS
Devemos ter cuidado com as mensagens oriundas de
espíritos célebres, sempre avaliando se o conteúdo segue os princípios da
doutrina.
“A luz não se compadece com a sombra.”
Devemos identificar os amigos espirituais pelos
objetivosque demonstrem e pelo bem que espalhem, abolindo a invocação nominal.
“O fruto da notícia da árvore que a produz.”
A consulta com os espíritos deve envolver questões
importantes, e não as pequeninas lutas da vida.
“O tempo é precioso para todos.”
Cuidado com a cegueira diante da vontade de
determinado espírito, não viciando a sua decisão a orientação do espírito.
“Responsabilidade pessoal, patrimônio
intransferível.”
Não endereçar aos mentores ou aos parentes
desencarnados descabidas exigências.
“A comunhão com os bons cria para nós o dever de
imitá-los.”
Não existe privilégios para aquele que recebe as
comunicações dos espíritos.
“Auxílio dilatado, compromisso mais amplo.”
26. PERANTE A ORAÇÃO
A prece deve ser feita no início e no final da
reunião doutrinária. Ela deve ser simples, evitando fórmulas decoradas, sem
afetação ou exibicionismo.
Durante a prece devemos lembrar-nos daqueles que
ferimos e pedirmos perdão pelas nossas faltas. Concentrar o pensamento em favos
dos menos felizes e não em nós.
“A prece entrelaça os espíritos.”
“Há diferença fundamental entre orar e declamar.”
“Oração acima de tudo, é sentimento.”
“Fervor dalma, luz na prece.”
“Os resultados da oração, quanto os resultados do
amor, são ilimitados.”
“Quem ora a favor dos outros, ajuda a si próprio.”
27. PERANTE MEDINUIDADE
O intercâmbio mediúnico é um acontecimento natural,
não tem nada de extraordinário ou místico.
Resumo feito por Débora, favor manter os créditos.
33. PERANTE OS ANIMAIS
Não usar de violência para com os
animais a título de lazer ou competições sanguinárias e, no convívio com os
animais domésticos, trata-los com carinho e proteção, evitando excessos de
todos os tipos, sejam alimentares ou outro qualquer.
Evitar qualquer tipo de tirania
sobre a vida animal, restringindo somente as pesquisas cientificas necessárias
ao progresso. Com relação aos animais enfermos, recorrer a tratamentos médicos sem
esquecer os de natureza mediúnica.
34. PERANTE CORPO
Cuidar das necessidades do corpo
físico, afim de preservá-lo contra o suicídio indireto. O corpo físico é
empréstimo concedido pelo PAI.
Prevenir-se contra o uso de qualquer
tipo de droga para que o organismo não fique viciado. Não exigir das forças
físicas além do necessário e nem cultivar emoções intempestivas que poderão
gerar estados depressivos.
Abster-se dos desregramentos
sexuais. “O sexo é energia criadora, fonte de bênçãos do corpo e da alma”.
Procurar alimentar-se com moderação e calma. Estar sempre em contato com a
natureza, usufruindo do ar puro. Manter a higiene do corpo e vestir-se com
decência, não se prendendo ao culto do corpo.
35. PERANTE A ENFERMIDADE
Diante das enfermidades, cultivar
a resignação, mantendo a fé e a confiança no Pai. “Cada prova tem uma razão de
ser”.
Não fazer uso exagerado de
medicamentos para que o organismo não seja intoxicado.
Ter disciplina mental e usar os
recursos da prece contra o temor de doenças contagiosas ou mutilantes. Aceitar
e compreender que o sofrimento do corpo físico muitas vezes é uma prova
espiritual, de acordo a lei de ação e reação.
Recorrer ao auxílio dos médicos
da Terra, sem exigir exclusividade dos médicos desencarnados. Confiar na Providência
Divina mesmo diante do desespero ou do cansaço. A enfermidade persistente nos leva a purificação do
espirito.
36. PERANTE A DESENCARNAÇÃO
Resignar-se diante da
desencarnação de entes queridos e dispensar rituais ou pompas nas cerimonias.
Emitir bons pensamentos, procedendo de forma respeitosa, abstendo-se de piadas
ou anedotas, bem como qualquer outro tipo de conversação impropria ou mesmo
comercial.
Nas demonstrações de sentimentos,
em vez de coroas ou flores, oferecer donativos para as instituições
assistenciais. Questões referente a testamentos devem ser resolvidas antes da
desencarnação. No sepultamento aproveitar a oportunidade para discorrer sobre a
imortalidade da alma. O companheiro desencarnado necessita da caridade da prece
para se refazer.
37. PERANTE AS FORMULAS SOCIAIS
Abolir o uso do luto ou de
condolências e excluir dos templos espiritas as cerimonias de casamentos ou de
nascimentos. “O Espiritismo pede simplicidade Cristã”.
Manter-se afastado de festas como
carnaval ou qualquer outra que se destaque pelas manifestações espetaculares.
Palestrantes ou Médiuns devem estudar
com antecedência e critério as apresentações a serem feitas, para não
incorrerem na exaltação da vaidade e do orgulho. “A lisonja é veneno em forma
verbal”. Abolir o uso de qualquer tipo de distintivo ou símbolo. “Excessiva
exterioridade, afastamento da simplicidade Cristã”.
38. PERANTE O TEMPO
Não gastar o tempo em
conversações estéreis, polemicas ou ocupações ilusórias. O Tempo é patrimônio
divino.
Manter a autodisciplina diante
dos compromissos assumidos. Em vez de lamentações, procurar reparar o mal que
tenha feito. Não cultivar preocupações com o futuro, concentrando-se nos
compromissos assumidos no presente. O amanhã será resultado do trabalho realizado
hoje. Nas tribulações do dia-a-dia, sempre reservar um tempo para a pratica da
caridade.
39. PERANTE FATOS MOMENTOSOS
Manter-se calmo diante das
catástrofes, epidemias, fenômenos geológicos ou quaisquer outros, contribuindo
para que os demais não entrem em desespero. Evitar disseminar comentários
sensacionalistas, cultivando prudência diante de acontecimentos escandalosos.
Buscar na prece o abrigo contra as aflições da existência.
Ser resignado diante das
decepções da vida humana. É diante dos sofrimentos que somos convidados a
trabalhar em prol do nosso aprimoramento espiritual e, mesmo diante das
dificuldades inesperadas, devemos continuar trabalhando na construção do bem,
que cabe a cada um de nós realizar.
Resumo feito por Francisca, favor manter os créditos.
40. Perante as revelações do passado e
do futuro
André Luiz nos informa que devemos nos
ater nesta encarnação, porque a sabedoria divina fez com que tivéssemos o
esquecimento do pretérito com o objetivo do nosso progresso.
“O passado é a causa viva, mas não
soluciona o presente.” Quando o passado é revelado é para o bem de todos e não
por motivos frívolos. “Somos todos herdeiros de nossos próprios atos.” “Todas
as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convém.” Paulo
41. Perante o livro
Devemos nos disciplinar na leitura de
livros espíritas que é edificante e alimento para a alma. A codificação é
fundamental para o aprendizado e entendimento da doutrina.
Também devemos ter indulgencia diante
das obras que combatem a doutrina.
“Disciplinar-se na leitura, no que
concerne horários e anotações, melhorando por si mesmo o próprio
aproveitamento, não se cansando de repetir estudos para fixar o aprendizado.”
“Aprende mais quem estuda melhor.” “Examinem tudo. Retende o bem.” Paulo
42. Perante a instrução
Espiritismo expressa obra de educação,
integrando a alma humana aos padrões de Deus. Devemos nos solidarizar com
empreendimentos que visem a alfabetização de crianças, jovens e adultos. “O
alfabeto é o primeiro degrau de ascensão à cultura.” “O lar e o templo são
escolas da fé.” “Na academia do Evangelho, todos somos alunos.” Renovar os
conteúdos evangélicos... o espiritismo progride... atenção aos processos
pedagógicos.
“Quem aprende pode ensinar e quem ensina
aperfeiçoa o aprendizado.”
43. Perante a ciência
André Luiz nos esclarece que devemos
sempre apoiar a ciência de uma forma construtiva, pois quando objetiva o
progresso humano, vem do Socorro Celestial.
O médico está ligado a Jesus, seja
consciente ou inconscientemente.
Quando chamado a responsabilidade da ciência ou da medicina,
o ideal é superar as limitações e preconceitos, com simplicidade e modéstia.
“Não há sabedoria real sem humildade
vivida.”
44. Perante a arte
A arte vem de Deus, deve ser o Belo
criando o Bom. Devemos repelir, sem criticas, expressões artísticas torturadas
que exaltem animalidade ou extravagancia.
“A apresentação artística é como o
ensinamento: deve observar condições e lugar.”
45. Perante a codificação Kardequiana
“Espíritas! Amai-vos, este é o primeiro
ensinamento; instruí-vos, este é o segundo. No cristianismo se encontram todas
as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram.” ESE
1.
Moralidade
e linguagem dos espíritos nobres; objetivam sempre o nosso melhoramento e o bem
da humanidade.
2.
Não
lembramos de nossas existências pretéritas, mas no intimo sabemos o gênero de
nossas faltas e a origens das provações.
3.
Livre-arbítrio;
esforço para transformação moral.
46. Perante a própria doutrina
Não devemos perder tempo com discussões
fúteis que prejudiquem o desenvolvimento sadio da obra doutrinaria. A
verdadeira fraternidade acaba com todas as divergências.
A prática doutrinaria deve ser no lar,
mas também na seara espírita de expressão social, auxiliando a criação e manutenção
de núcleos doutrinários. “Todos estamos juntos no débitos coletivos.”
Nossa conduta deverá ser:
- orar sempre por todos
-não comentar o mal para não
multiplica-lo
- espiritismo é fé raciocinada
- o espiritismo não possui chefes
humanos e nenhum dos seareiros é imprescindível no cenário de suas realizações
“Cristo, nosso Divino Orientador, não
vive ausente.” “Que fazeis de especial?” Jesus
47. Perante Jesus
Jesus está sempre conosco, em todos os
momentos. Ele nos aceitou desde os primórdios da Terra.
Jesus é o Sublime Artífice que trabalha
por nós sem descanso. Ele é a luz do mundo.
“Renunciar às comemorações natalinas que
traduzem excessos de qualquer ordem, preferindo a alegria da ajuda fraterna aos
irmãos menos felizes, como louvor ideal ao Sublime Natalício”
“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo
o coração, como ao Senhor, e não aos homens.” Paulo
Resumo feito por Fernanda, favor manter os créditos.