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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Resposta em Jesus

Recorda que todos os desafios do mal devem encontrar no campo de nossas almas a resposta em Jesus.

Para o sarcasmo a resposta é a caridade em forma de silêncio.

Para a calúnia a resposta é a caridade em forma de perdão.

Para o egoísmo a resposta é a caridade em forma de renúncia.

Para o fanatismo a resposta é a caridade em forma de tolerância.

Para a ingratidão a resposta é a caridade em forma de esquecimento.

Para a preguiça a resposta é a caridade em forma de trabalho.

Para a tentação a resposta é a caridade em forma de resistência.

Para a ignorância a resposta é a caridade em forma de educação.

Para a violência a resposta é a caridade em forma de brandura.

Para o crime a resposta é a caridade em forma de socorro às vítimas da delinquência.

Para as trevas a resposta é a caridade em forma de luz.

Para todos os processos de atividade inferior a resposta é a caridade em forma de auxílio à criação do melhor.

Em qualquer problema no caminho da vida, a resposta cristã será sempre desfazer a força do mal pela força do bem.

Do livro "Perante Jesus", pelo Espírito Emmanuel e Psicografia de Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O ofendido


“Então Pedro, aproximando-se, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?” Mateus 18:21


“Se alguém te ofendeu, perdoa, não sete vezes, mas setenta vezes sete.”

O ensinamento do Cristo define com clareza as vantagens potenciais da criatura insultada ou incompreendida.

Por isso mesmo, não traça o Divino Mestre quaisquer obrigações de caráter imediato para os ofensores, de vez que todos aqueles que ferem os outros esculpem para logo, na própria alma, os estigmas da culpa. E toda culpa é sempre fator de enfermidade ou perturbação.

*

Em todo processo de ofensa, quem a recebe se encontra num significativo momento de Vida Espiritual;

é quem dispõe do privilégio de desfazer as trevas dos gestos impensados, suscetíveis de se alastrarem em desequilíbrio;

quem guarda a possibilidade de preservar a coesão e a harmonia do grupo em que se integra;

quem conserva as rédeas da defesa íntima de quantos lhe usufruam a amizade e a convivência, ainda capazes de reações inconvenientes ou negativas à frente da injúria;

quem efetivamente pode auxiliar o ofensor, através da bondade e do entendimento com que lhe acolhe as agressões;

e quem, por fim, consegue beneficiar-se, resguardando o próprio coração, por imuniza-lo contra a queda em revide ou violência.

*

O ofendido, entretanto, tão somente obterá tudo isso, caso se disponha a esquecer o mal e perdoar o adversário, prosseguindo sem reclamar na construção incessante do bem e na sustentação da harmonia, porque, toda vez em que nos transformamos levianamente em ofensores, passamos à disposição de doentes da alma, necessitados de compaixão e de socorro, a fim de que não venhamos a cair em condição pior.

Do livro “Perante Jesus”, cap.9 – pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier



ESTAMOS DE VOLTA!

Olá amigo de ideal espírita, depois de um período, retornamos com nosso estudo de livros espíritas. Agora em novo formato e muito mais inter...