sábado, 13 de outubro de 2012

O homem que plantava árvores


A animação foi baseada no livro homônimo



Sinopse: Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta.

Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.

Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema rico e sustentável.

É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Reino

E.S.E - Cap. II – Item 4




Em sua luminosa passagem entre nós, Jesus ensinou e exemplificou

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o bem

e a modéstia:

a caridade

e o perdão;

a esperança

e a humildade;

a indulgência

e a brandura;

o devotamento

e a abnegação;

a perseverança

e a paciência;

o desprendimento

e a coragem moral;

a tolerância

e a compreensão;

a misericórdia

e a benevolência;

a fraternidade

e a paz;

a oração

e a vigilância;

a fé

e o amor, sempre.

≈


Jesus plantou as sementes da virtude na Terra, transformando-a em abençoado campo de evolução espiritual e, embora tenha afirmado que seu reino não é deste mundo, deu todas as indicações de que ele começa por aqui.

Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.

Não se esqueça

E.S.E - Cap. II – Itens 1 a 3




Emprego.

E serviço voluntário.

Negócio.

E auxílio ao próximo.

Propriedade.

E bens espirituais.

Dinheiro

E tesouros da alma.

Autoridade.

E sentimento de amor.

Poder.

E senso de justiça.

Prestígio.

E humildade.

Cultura.

E conhecimento de si mesmo.

≈

Assuma os compromissos materiais, mas não se esqueça das lições do Evangelho.

O Reino de Jesus está na vida futura. Contudo, se você se importa com a transformação moral, pode ter certeza de que já faz parte dele.



Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.



Também podes

E.S.E - Cap. I – Item 11




Ontem, tiveste as experiências mais desastrosas.

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Elegeste o egoísmo por roteiro de vida, fazendo-te surdo aos gritos de socorro à tua volta.

Acolheste o orgulho nos recessos da alma, arrancando lágrimas de amargura daqueles que te sofreram os golpes da arrogância.

Alimentaste a ambição sem limites, desprezando as consequências dolorosas de teus impulsos possessivos.

Não hesitante em usar a violência na conquista de teus anseios, espalhando medo e dor aos que te partilharam a jornada.

Desfilaste a capa de vaidade na passarela das ilusões, deixando-te seduzir pelos aplausos de companheiros invigilantes.

Exigiste o sacrifício de familiares na execução de teus caprichos, espezinhando a dignidade e o sentimento dos entes queridos.

Menosprezaste o conselho prudente de amigos sinceros, mergulhando em desregramentos de toda natureza.

Foste o cúmplice da omissão e da indiferença, da indisciplina e da preguiça, abandonando deveres importantes, para te lançares aos prazeres fugidios da vida fácil.

≈

Hoje, porém, acontecimentos inesperados te constrangem a novos rumos, encontras as lições da Boa Nova e te entregas ao esforço da renovação íntima.

Sabes que o Messias Divino mudará tua vida, mas a lembrança dos erros te persegue, levando-te ao desânimo.

Nessas horas, recorda o exemplo de Maria de Magdala, a mulher de tantos enganos que venceu a si mesma e, como se deu com ela, confia e persevera, ama e serve, para que possas também, um dia, testemunhar a ressureição de Jesus na própria intimidade.

Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.

Lealdade a Kardec

E.S.E - Cap. I – Item 10




Na codificação do Espiritismo, Allan Kardec estabeleceu as bases da Doutrina, sem ambiguidades. Ainda hoje, porém, existem seguidores que lhe distorcem os ensinamentos.

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Kardec cunhou o termo espírita para designar o adepto das novas ideias. Entretanto, existem aqueles que se valem de outras expressões para fugir à afirmação doutrinária.

Kardec estudou detidamente o fenômeno mediúnico para aceitá-lo como verdadeiro. Contudo, existem aqueles que enxergam a mediunidade em qualquer manifestação psíquica.

Kardec desenvolveu a ciência espírita, sem perder de vista as ilações morais. No entanto, existem aqueles que defendem a pesquisa como única finalidade da Doutrina dos Espíritos.

Kardec fez da compreensão passo importante na conquista da fé. Todavia, existem aqueles que creem cegamente, desprezando o socorro da razão e do bom senso.

Kardec preconizou a simplicidade da reunião espírita. Mas existem aqueles que inventam sofisticações e cerimônias desnecessárias.

Kardec explicou a reencarnação como oportunidade de aprendizado e reparação de antigos enganos. Entretanto, existem aqueles que usam a realidade das vidas sucessivas para justificar atitudes menos nobres.

Kardec construiu o edifício doutrinário de nova revelação. Contudo, existem aqueles que o veem como mero expositor da dimensão espiritual.

Kardec trouxe conhecimentos fundamentais para a Humanidade, em qualquer tempo. No entanto, existem aqueles que o consideram ultrapassado.

Kardec restabeleceu e interpretou as verdades evangélicas, anunciando o Consolador prometido por Jesus. Todavia, existem aqueles que negam o vértice religioso da Doutrina Espírita.

≈

O Espiritismo é benção divina, que conduz à fé raciocinada, orienta ao bem, enxuga as lágrimas de aflição e aquece a alma com os raios luminosos do amor e da caridade.

Rendamos sincera homenagem ao Codificador, pelo trabalho ingente e grandioso em favor de todos, recordando que o compromisso com a Religião dos Espíritos passa pela transformação moral de nós mesmos, mas também pela lealdade a Kardec.

Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.

Acredite

E.S.E - Cap. I – Item 9




Jesus convidou à renovação íntima, mas ainda hoje há resistência a suas lições de vida.

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Despertou a esperança.

E a aflição enlouquece.

Aconselhou o perdão.

E a mágoa campeia.

Enalteceu a humildade.

E o orgulho impera.

Recomendou a paz.

E a guerra devasta.

Preconizou a caridade.

E o egoísmo domina.

Louvou a fé em Deus.

E a descrença tortura.

Ensinou a verdade.

E a hipocrisia resiste.

Exaltou o amor.

E o ódio prospera.

≈

Jesus prometeu o Consolador para recordar suas lições e ensinar todas as coisas que antes não puderam ser ditas. Allan Kardec cumpriu a promessa do Senhor e, inspirado pelo Espírito de Verdade, codificou a Doutrina Espírita.

O Mestre Divino pagou com a vida o anúncio da Boa Nova. Acredite, pois, que o Espiritismo existe para que você amplie o entendimento espiritual e pague com o sacrifício de suas imperfeições o nascimento do Reino de Deus no próprio coração.

Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.

sábado, 29 de setembro de 2012

Entre a Terra e o Céu - Livro do Mês de Outubro 2012

Conteúdo doutrinário:


Esta obra prima (o trocadilho é proposital) pela singeleza: tem início com a prece sincera de uma jovem, solicitando proteção da mãe (desencarnada), a qual não tinha condições de atendê-la... Aí, então, somos logo esclarecidos quanto à “prece refratada” (aquela que tem o impulso luminoso desviado do endereço original, indo, ou melhor, subindo a Planos Espirituais superiores, de onde o atendimento é prontamente deflagrado). Dessa forma, “apenas” uma prece desencadeia todo o texto deste livro.

A trilha narrativa é toda ela embasada na família, no que ela representa de dramas cotidianos, de conflitos multiplicados, de processos obsessivos instalados, tudo isso no lar — mas, sobretudo, fala da Bondade de Deus, propiciando permanentes oportunidades de reconstrução, através reajustes, quase sempre dolorosos, mas de benéficos resultados morais.

O reajuste familiar — talvez o mais fundamental dos objetivos divinos da reunião consangüínea de seres (a família) sob um mesmo teto (o lar) — desemboca, invariável e vitoriosamente na harmonia, na paz e no amor!

O aguilhão da culpa é aqui descrito com cores fortes, num alerta de fantástico valor pedagógico.

Há, ainda, até onde sabemos, ao menos um ensino espírita inédito: o referente aos chacras,

Reverberando lições do Mestre Jesus encontramos momentos de sublime leitura, quando personagens em demorado litígio se predispõem agora (“enquanto estão a caminho”...) ao perdão, em lances dramáticos de reconciliação.

A ação protetora do Plano Espiritual, jamais negada aos encarnados e aos desencarnados é expressão maior nesta obra, a espelhar o Amor do Criador para com todas as Suas criaturas.

SINOPSE

Cap I – Em torno da prece – O potencial de atendimento da prece tem infinitos degraus, sendo diretamente proporcional ao degrau evolutivo daquele que a faz. Se alguém nutre desejo de perpetrar uma falta não estará em prece e sim em “invocação”. Para o bem ou para o mal nossas aspirações sintonizam, respectivamente, mentes elevadas ou mentes estagnadas na ignorância — a escolha é nossa, tanto quanto o alcance das conseqüências, felizes ou infelizes.

Cap II – No cenário terrestre – Deparamo-nos aqui com uma prece refratada (comovedora) e aprendemos sobre a relatividade do livre-arbítrio, ou “fatalidade relativa”. O capítulo mostra ainda a infeliz teia que prende vários personagens (encarnados e desencarnados), sendo auxiliados graças ao apelo feito ao Plano Espiritual por uma jovem bondosa, cuja encarnação houvera sido organizada em “Nosso Lar”.

Cap III – Obsessão – Num caso de grave obsessão (entre dois Espíritos — desencarnado, o obsessor, e encarnado, o obsidiado) é-nos esclarecido que uma separação brusca entre ambos, pode ocasionar graves conseqüências para a obsidiado, talvez a morte do corpo (!).

Cap IV – Senda de provas – Intenções podem ser atenuantes ou agravantes para todo aquele que formula idéias e nelas se fixa. Desejos são forças mentais coagulantes, ensejando ações venturosas ou de dolorosas resultantes.

Cap V – Valiosos apontamentos – O mar é fonte inesgotável de fluidos reconfortantes para enfermos encarnados e principalmente desencarnados. A enfermidade longa é aqui mostrada como sendo bênção mal aquilatada pela maioria dos doentes que por ela passam ou que, em conseqüência, venham a desencarnar.

Cap VI – Num lar cristão – Mulher abandonada pelo marido educa seus filhos dentro da moral cristã. Vemos preciosa reunião familiar de preces e estudos referentes aos ensinos de Jesus — principalmente a excelência de benesses desencadeadas pelo perdão das ofensas.

Cap VII – Consciência em desequilíbrio – O capítulo leciona-nos sobre o problema da culpa: um criminoso (no caso, um Espírito desencarnado) fixou na mente o crime que cometeu (assassinato) e as últimas expressões da vítima; vive perturbado há décadas, embora a própria vítima já tenha até reencarnado. Essa imagem se revitaliza cada dia em sua memória.

Cap VIII – Deliciosa excursão – Mães (Espíritos encarnados, no desdobramento do sono) são levadas por Espíritos benfeitores ao Plano Espiritual para visitar filhos seus, desencarnados em pouca idade. O deslocamento, por volitação, justifica o título do capítulo. O esquecimento do passado tem aqui vigorosa defesa, por constituir bênção divina, nem sempre assim considerada.

Cap IX – No Lar da Bênção – É importante colônia educativa de Espíritos desencarnados, ainda crianças. Vemos o caso de um ex-suicida que na reencarnação seguinte morre afogado no mar. Na Espiritualidade, seu perispírito apresenta profunda chaga na garganta, que o atormenta sem cessar.

Cap X – Preciosa conversação – São citados valiosos ensinamentos referentes aos Espíritos desencarnados quando ainda crianças. Geralmente, tais Espíritos, em vidas passadas, eram muito inteligentes, dominadores e egoístas. Após períodos mais ou menos longos de purgação, recebem a bênção de nova reencarnação, retornando necessitados de silêncio e solidão que lhes proporcione desvencilharem dos envoltórios inferiores em que se enredaram. É citado o infeliz e largamente praticado ato do “infanticídio inconsciente e indireto” de terríveis conseqüências para as mulheres que se comportam “mais fêmeas que mães”, na forte expressão do capítulo.

Cap XI – Novos apontamentos – Inércia e trabalho, atraso e adiantamento espirituais: eis o que leciona este capítulo, demonstrando o quanto o serviço e o servir são bênçãos. Recebemos preciosos ensinamentos sobre os templos de oração (em particular, a visão espiritual das diferentes missas católicas).

Cap XII – Estudando sempre – Heranças genéticas (dos pais) e heranças espirituais (de nós mesmos) são expostas: no primeiro caso, à luz da lei de sintonia e atração; no segundo, por merecimento. A dor é vista como concessão do Pai Celestial, para nosso próprio reajuste (!).

Cap XIII – Análise mental – O fantástico porvir da cirurgia psíquica é aqui noticiado. Reflexões sobre Freud (Sigmund Freud – 1856/1939) apontam a verdade incompleta de sua obra, na qual há ausência do bálsamo curativo aos problemas da alma. São explicadas como se processam as modificações do perispírito, pelas emoções. É citada a realização de uma regressão espiritual, mas sob rígido controle espiritual.

Cap XIV – Entendimento – Vítimas e criminosos são postos frente à frente, sob amparo de Benfeitores espirituais, com vistas a harmonizarem-se.

Cap XV – Além do sonho – O sonho, sob a ótica da vigília: enquanto o corpo se refaz pelo sono, a alma invariavelmente procura o lugar ou o objeto a que imanta o coração. (Daí a recomendação espírita de, ao se preparar para dormir, criar o hábito da oração, precedida de leitura evangélica).

Cap XVI – Novas experiências – É narrado o encontro, no Plano Espiritual, de dois encarnados (desdobrados pelo sono) — um, acusador terrível; o outro, humilde, pedindo perdão. Os fatos que os unem remontam a passado longínquo.

Cap XVII – Recuando no tempo – Com auxílio do Espírito benfeitor, o acusador recobra a memória de vida passada, onde se vê também criminoso...

Cap XVIII – Confissão – Temos aqui o depoimento-confissão de dois Espíritos que se envolverem num drama passional (atração pela mesma mulher), do que resultaram complicadas e funestas conseqüências futuras, não só para ambos como para a própria mulher.

Cap XIX – Dor e surpresa – O capítulo prossegue no fio narrativo das reminiscências dos personagens que se atrelaram em desatinos do passado. Sobressai o ensinamento de que os Espíritos protetores, visando resolver desavenças de contendores, proporcionam-lhes, com rígida segurança, recordações de vidas passadas. Não obstante, tanto no sonho como na vigília de ambos, impedem a lembrança de determinados lances. Isso porque, do contrário, o equilíbrio mental de tais excursionistas ao passado poderia ficar seriamente comprometido.

Obs: A lição deste capítulo parece-nos trazer um alerta quanto à TVP (Terapia de Vidas Passadas), no sentido de que no Plano Espiritual a regressão de memória é feita com rígido controle e seleção das recordações, algumas das quais são obstadas. No plano material, quem tem tal competência?)

Cap XX – Conflitos da alma – Salvo melhor juízo, este capítulo inaugura na Literatura Espírita o milenar estudo esotérico (da filosofia hindu) sobre os 7 (sete) principais chacras — centros de força — localizados no perispírito. Como acréscimo, temos valiosas considerações espíritas.

Cap XXI – Conversação edificante – Reflexões magníficas sobre a problemática das doenças e da dor, resultantes dos nossos maus atos, fixando sintomas no psiquismo e fazendo irromper variadas patologias no corpo físico.

Cap XXII – Irmã Clara – É-nos mostrada a diferença entre doutrinar e transformar: no primeiro caso é exigida força magnética capaz de operar sobre a mente de quem está em recuperação; no segundo, só o sentimento sublimado (amor) do doutrinador poderá operar a renovação da alma de quem se ajuda. A palavra é sempre dotada de energias elétricas específicas. A voz, uma das mais deslembradas bênçãos divinas, é também uma das mais mal empregadas. Jamais a indignação (mesmo que justa, como por exemplo, ante atos deliberadamente contrários às Leis de Deus) deverá se manifestar vestida de cólera.

Cap XXIII – Apelo maternal – Esclarecimentos sobre os danos causados pelo ciúme. O capítulo expõe como age a força do amor na transformação de quem alimenta idéias de destruição. O Espírito protetor, ao ajudar alguém nos descaminhos da cólera, cita, de passagem, que ele próprio espera, “há vinte e dois séculos” (!), pela redenção de uma criatura que lhe é cara, mas que ainda não se inclinou em sua direção.

Cap XXIV – Carinho reparador – Ceder, no caminho áspero, via de regra traz recomposição da harmonia em nossas vidas. O lar não é apenas domicílio de corpos, mas sim, um ninho de almas, onde a provação e a dor são abençoadas instrutoras-guias que nos aproximarão mais e mais de Deus.

Cap XXV – Reconciliação – O poder do perdão, sob a força de sinceridade plena, opera maravilhas da paz. A oração sem ação é como flor sem perfume. Pequenas caridades no lar contribuem para a harmonia doméstica e a alegria dos que ali residem.

Cap XXVI – Mãe e filho – Comovente reencontro, no Plano Espiritual, entre mãe (espiritualmente renovada para o bem) e o filhinho sofrendo seqüelas do passado, mas sob assistência de Espíritos protetores. Podemos e devemos refletir sobre a excelência dos planejamentos reencarnatórios, elaborados individualmente, mas proporcionando oportunidades para reajustes de vários Espíritos, simultaneamente. Novamente o alerta: recordações do passado não devem ser totalmente despertadas...

Cap XXVII – Preparando a volta – No Plano Espiritual permanecem as seqüelas das doenças dos Espíritos que quando encarnados não somaram condições para delas se libertar. Vemos aqui parte da movimentação espiritual que precede a uma reencarnação.

Cap XXVIII – Retorno – Há absoluta harmonia nas Leis Divinas (no caso, as reencarnações que trazem sofrimento para o que nasce e para os pais...). Ontem, alguém inclinou outrem à queda; hoje, ampara-o no soerguimento... A reencarnação é tipificada por vários ascendentes, sendo que em casos especiais o Plano Espiritual adequa cada corpo físico (através interferência nos cromossomos) ao desempenho de cada missão — no geral, as reencarnações ocorrem por automatismo dos princípios embriogênicos (magnetismo dos pais). É realçado o alto valor da maternidade, na qual a alma permanece por séculos aperfeiçoando qualidades do sentimento.

Cap XXIX – Ante a reencarnação – É explicada cientificamente a redução perispiritual dos reencarnantes. No Plano Espiritual, as crianças desencarnadas, na maioria dos casos, demoram tempo mais ou menos longo para alcançarem crescimento mental, como ocorre no plano físico. Há esclarecimentos quanto à hereditariedade genética.

Cap XXX – Luta por renascer – Vemos aqui o instigante caso de uma mulher grávida que, pelo contato espiritual com o filho (este, Espírito com débitos de consciência), sofre a chamada “enxertia mental”, com reflexos patológicos graves. Então, por sintonia (reciprocidade entre mãe e filho) ocorrem os chamados “sinais de nascença”, que são estados íntimos da futura mãe a se fixarem no futuro filho. São esclarecidos vários desdobramentos que surgem durante a gestação.

Cap XXXI – Nova luta – A reconciliação com os adversários, o mais depressa possível, é a tônica pedagógica cristã deste capítulo. O rancor adoece o coração e deixa o Espírito herdeiro de problemas presentes e futuros. A oração é remédio infalível quando o caso é de inimigos insuportáveis...

Cap XXXII – Recapitulação – O Plano Espiritual sempre encaminha fatos e pessoas de forma a que as adversidades sejam transformadas em harmonia. Aproveitar tais oportunidades será sempre construir os alicerces da paz íntima.

Cap XXXIII – Aprendizados – Vidas curtas na matéria podem representar refazimento perispiritual, para eliminação de matrizes negativas do passado, impressas no perispírito, por descaminhos morais. Moléstias longas e complicadas guardam função específica. Reflexões sobre casamentos imprudentes... Considerações sobre os anjos de guarda.

Cap XXXIV – Em tarefa de socorro – Vemos neste capítulo como o bem produz efeito salutar, gerando merecimento: socorro, nas horas difíceis de quem praticou a caridade e assim granjeia inúmeros amigos espirituais.

Cap XXXV – Reerguimento moral – A bênção da amizade pura expõe o valor de “um ombro amigo” e de como um afeto sincero, que aconselha sem julgar, pode amparar aquele que está em angústias, ferido de remorso.

Cap XXXVI – Corações renovados – O capítulo sinaliza e confirma que quando há divergências pessoais e um dos envolvidos se veste de humildade e oferta entendimento e perdão, na forma de caridade, desata-se o nó e na alma brilha o céu da paz, sob o sol do Amor, sem as nuvens da mágoa ou do ressentimento. E assim, os corações se renovam...

Cap XXXVII – Reajuste – Duas mães amparam o mesmo filho! A mãe encarnada, desajustada por complexo de culpa é levada (em desdobramento pelo sono) à Instituição Espiritual (“Lar da Bênção”), onde seu filhinho, após desencarnar, foi instalado, sob amparo de sua outra mãe (esta, desencarnada), de vida passada. Esse Espírito (o do filhinho desencarnado) teve a vida ceifada na infância, por duas vezes, a seu próprio benefício (refazimento perispiritual).

Cap XXXVIII – Casamento feliz – Comentários edificantes sobre o amor. O matrimônio, quando de alma com alma, forja alicerces da comunhão fraterna e do respeito mútuo. Há alerta enérgico sobre as afeições impulsivas e as paixões fugazes, que no casamento, se logo passam, deixam algemas no cárcere social...

Cap XXXIX – Ponderações – Na vida, há tempo para plantação e tempo para colheita. Na colheita de hoje, estaremos procedendo à reconstrução dos descaminhos nas vidas passadas. Aí, ressurge paralelamente o tempo de nova e alvissareira plantação. A maternidade proporciona, no santuário doméstico, a recomposição das afeições transviadas. Famílias difíceis representam sempre linhas de luta benéfica, a serviço da nossa evolução. Servir(!): privilégio que não devemos esquecer.

Cap XL – Em prece – Ao final desta inesquecível e suave obra encontramos uma encantadora e dulcíssima prece que — perdoem-nos a adjetivação — denominaríamos de “Prece de Casamento”. A saudade que emana do amor purificado leva a paz ao coração de quem assim ama, através o som amigo do vento, o perfume das flores e o brilho das estrelas, com o aceno da luz eterna.

Fonte: http://www.institutoandreluiz.org/sinopse_entreaterraeoceu.html


ESTAMOS DE VOLTA!

Olá amigo de ideal espírita, depois de um período, retornamos com nosso estudo de livros espíritas. Agora em novo formato e muito mais inter...