quarta-feira, 26 de junho de 2013

Amanhecer de uma nova era - Clube do livro - Julho 2013


Prezado amigo, compartilhamos mais uma apresentação do Clube do Livro Espírita, realizada dia 31 de julho de 2013. As músicas tocadas na apresentação são: 1. Rhapsody on Paganini - Rachmaninov, 2. Clair de Lune - Debussy, 3. Serenata do Canto do Cisne  - Schubert e 4. Moonlight - Beethoven





 
Da esquerda para a direita: Ana Cecília, Ana Paula, Adilson, Débora e Fernanda


Da esquerda para a direita: Francisca, Ana Cecília, Ana Paula, Débora e Fernanda 
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Quitação

Todas as contas a resgatar pedem relação direta entre credores e devedores.
 
É por isso que te vês, freqüentemente. Na Terra, diante daqueles a quem deves algo.

No lar ou nas linhas que o margeiam, é fácil reconhecê-los, quando entregas desinteresse e dedicação, recolhendo aspereza e indiferença.

Muitas vezes, trazem nomes queridos no recinto doméstico, e assemelham-se a impassíveis verdugos, apresando-te o coração nas grades do sofrimento.

Em muitos lances da estrada, são amigos a quem te dás, sem reserva, e que te arrastam a dificuldades de longo curso.
 
Em várias ocasiões, são pessoas das quais enxugaste as lágrimas, situando-as na intimidade da própria vida, e que, de inesperado, te agridem a confiança com as pedras do desapreço.

Noutras circunstâncias, são companheiros de experiência que, de súbito, se transformaram em adversários gratuitos de teu caminho, hostilizando-te, em toda parte.

Entretanto, se defrontado por semelhantes problemas, é indispensável te municies de amor e paciência, tolerância e serenidade, para desfazeres a trama da incompreensão.

Guarda a consciência no dever lealmente cumprido e, haja o que houver, releva os golpes com que te firam, ofertando-lhes o melhor sentimento, a melhor idéia, a melhor palavra e a melhor atitude.

Água cristalina, pingando, gota a gota, converte o vaso de vinagre em vaso de água pura.

E, se depois de todos os teus gestos de fraternidade e benevolência, ainda de perseguem ou te injuriam, abençoa-os em prece e continua, adiante, fiel a ti mesmo, na certeza de que humildade, na hora de crise, é nota de quitação.
 
Do livro"Justiça Divina", pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ESPÍRITOS BENFEITORES


Encontrarás espíritos benfeitores que te instruirão no dever a cumprir.

Imperioso, porém, compreendas que se eles te oferecem o rumo, a ti pertence a caminhada.

A luz que te amplia a visão não te furta o serviço dos pés.

Faze-te, sobretudo, instrumento deles para que em te auxiliando possam igualmente agir em auxílio de outros.

Prepara-te a ser mais útil.

Se percebeste a luz da Nova Revelação podes efetivamente estendê-la.

Serás apoiado na medida que prestes apoio.

Dá e receberás.

Aprende sem delonga que os Emissários do Senhor, quanto mais perto do Senhor mais compreendem e mais ama.

Deixa que a caridade constante e ardente se te irradie do coração.

O amor e a felicidade são herança de todos os filhos de Deus, mas se o remédio é particularmente endereçado ao enfermo, a maior proteção é devida ao mais fraco.

Os Enviados da Providência concedem-te as Bênçãos da Providência, no entanto, esperam que saibas distribuí-las. Eles querem abençoar com os teus sentimentos e operar com as tuas mãos. Acolhem-te no regaço, à feição dos pais amorosos que almejam retratar-se nos filhos. Anseiam de tal modo pela edificação do Reino de Deus no mundo, que se esforçam para que estejas neles, tanto quanto estão eles em ti.

À vista disso, não te digas inútil.

Melhora-te e serve.

Felicidade é troca.

Amor é fusão.

Os Mensageiros Divinos aspiram a permutar as forças deles com as tuas, na recíproca transfusão de ideias e esperanças, a fim de que os Céus desçam à Terra e a Terra se eleve aos Céus.

Do livro: No Portal da Luz – pelo Espírito Emmanuel, pscicografia de Francisco Cândido Xavier

Intervenção dos Espíritos no mundo corporal


Afeição que os Espíritos votam a certas pessoas

484. Os Espíritos se afeiçoam de preferência a certas pessoas?

“Os bons Espíritos simpatizam com os homens de bem, ou suscetíveis de se melhorarem. Os Espíritos inferiores com os homens viciosos, ou que podem tornar-se tais. Daí suas afeições, como consequência da conformidade dos sentimentos.”

485. É exclusivamente moral a afeição que os Espíritos votam a certas pessoas?

“A verdadeira afeição nada tem de carnal; mas, quando um Espírito se apega a uma pessoa, nem sempre o faz só por afeição. À estima que essa pessoa lhe inspira pode agregar-se uma reminiscência das paixões humanas.”

486. Interessam-se os Espíritos pelas nossas desgraças e pela nossa prosperidade? Afligem-se os que nos querem bem com os males que padecemos durante a vida?

“Os bons Espíritos fazem todo o bem que lhes é possível e se sentem ditosos com as vossas alegrias. Afligem-se com os vossos males, quando os não suportais com resignação, porque nenhum benefício então tirais deles, assemelhando-vos, em tais casos, ao doente que rejeita a beberagem amarga que o há de curar.”

487. Dentre os nossos males, de que natureza são os de que mais se afligem os Espíritos por nossa causa? Serão os males físicos ou os morais?

“O vosso egoísmo e a dureza dos vossos corações. Daí decorre tudo o mais. Riem-se de todos esses males imaginários que nascem do orgulho e da ambição. Rejubilam com os que redundam na abreviação do tempo das vossas provas.”

Sabendo ser transitória a vida corporal e que as tribulações que lhe são inerentes constituem meios de alcançarmos melhor estado, os Espíritos mais se afligem pelos nossos males devidos a causas de ordem moral, do que pelos nossos sofrimentos físicos, todos passageiros.

Pouco se incomodam com as desgraças que apenas atingem as nossas ideias mundanas, tal qual fazemos com as mágoas pueris das crianças.

Vendo nas amarguras da vida um meio de nos adiantarmos, os Espíritos as consideram como a crise ocasional de que resultará a salvação do doente. Compadecem-se dos nossos sofrimentos, como nos compadecemos dos de um amigo. Porém, enxergando as coisas de um ponto de vista mais justo, os apreciam de um modo diverso do nosso. Então, ao passo que os bons nos levantam o ânimo no interesse do nosso futuro, os outros nos impelem ao desespero, objetivando comprometer-nos.

488. Os parentes e amigos, que nos precederam na outra vida, maior simpatia nos votam do que os Espíritos que nos são estranhos?

“Sem dúvida e quase sempre vos protegem como Espíritos, de acordo com o poder de que dispõem.”

a) — São sensíveis à afeição que lhes conservamos?

“Muito sensíveis, mas esquecem-se dos que os olvidam.”

(O Livro dos Espíritos, capítulo IX, Perguntas: 484 a 488 – Allan Kardec)




sexta-feira, 31 de maio de 2013

Página à mulher espírita


No momento em que os valores humanos padecem injunções lamentáveis e os postulados éticos em que se devem estruturar os ideais de engrandecimento da criatura malogram no báratro das paixões, o Evangelho, como ocorreu no passado, constitui a única bússola, a segura rota mediante a qual a hodierna civilização poderá encontrar a solução para os múltiplos problemas e os graves compromissos que pesam negativamente na economia da felicidade geral.

As Religiões, na sua feição de Instituições Organizadas, disputando as primazias e mais preocupadas com a dominação e promoção transitórias do que com o "reino de Deus" que é "tomado de assalto" e se estabelece nas paisagens ignotas da alma, fracassaram lamentavelmente, no tentame de consolar e conduzir a Jesus.

Os seus triunfos aparentes se fixam no terreno falso dos destaques mundanos, faltando-lhes as estruturas morais legítimas e os comportamentos espirituais relevantes com que seja possível pôr cobro à anarquia social e ao desequilíbrio moral que grassam, voluptuosamente, tudo conduzindo de roldão... Isto, porque os padrões em que ainda se firmam asfixiam o espírito do Cristo que deveria vigir nas suas expressões e serviços.

Sem dúvida em todas elas, como em qualquer lugar, a presença do Amor e a manifestação da Divina Misericórdia constituem sinal de esperança. Sem embargo, a necessidade da vivência evangélica se impõe urgente, impostergável.

Em decorrência de tal malogro, aos cristãos novos, os adeptos da Revelação Espírita, está reservado significativo ministério, relevante apostolado: viver o Cristo e representá-Lo em atos ao aturdido viandante destes dias.

Não assume esta uma tarefa de absurda possibilidade, exceto se o candidato se recusar integração com fidelidade real ao programa de recristianização da Terra. Nesse sentido, à mulher espírita se reserva preponderante atividade, ou seja a de transformar- se, médium da vida que é, em mensageira da dignificação moral, da santificação da sexualidade, da redenção espiritual... Arrostando diatribes e espezinhamentos chulos, deverá volver às bases nobres do amor com a consequente valorização da maternidade, reconstituindo a família e elevando os sentimentos.

Programada pelo Pai para o sagrado compromisso de co-criadora, a sua libertação, ao invés do nivelamento nos fossos das sórdidas paixões dissolventes, se deve caracterizar pela própria grandeza, que a alça à condição de modelo e paradigma da Humanidade, que se inicia no lar, onde deve reinar, soberana e respeitada.

Organizada essencialmente para o amor, no seu mais nobre significado, dela muito dependem as novas gerações, o homem do futuro.

Pouco importem os contributos da renúncia e de sacrifício. Nesta arrancada para os novos tempos do amanhã, a mulher espírita desempenhará superior desiderato porque modelada, como todas para ser mãe, mesmo que suas carnes não se enfloresçam com as expressões dos filhos, far-se-á o anjo tutelar dos filhos sem mães, mãe pelo coração e pela dedicação a todas as criaturas.

Do livro: Sementes de Vida Eterna, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo P.Franco

DA MULHER


“E, respondendo, disse-lhe Jesus: - Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária: e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (LUCAS, 10:41 e 42)

Compenetrar-se do apostolado de guardiã do instituto da família e da sua elevada tarefa na condução das almas trazidas ao renascimento físico.

Todo compromisso no bem é de suma importância no mundo espiritual.

Afastar-se de aparências e fantasias, consagrando-se às conquistas morais que falam de perto à vida imperecível, sem prender-se ao convencionalismo absorvente.

O retorno à condição de desencarnado significa retorno à consciência profunda.

Afinar-se com os ensinamentos cristãos que lhe situam a alma nos serviços da maternidade e da educação, nos deveres da assistência e nas bênçãos da mediunidade santificante.

Quem foge à oportunidade de ser útil, engana a si mesmo.

Sentir e compreender as obrigações relacionadas com as uniões matrimoniais do ponto de vista da vida multimilenária do Espírito, reconhecendo a necessidade das provações regenerativas que assinalam a maioria dos consórcios terrestres.

O sacrifício representa o preço da alegria real.

Opor-se a qualquer artificialismo que vise transformar o casamento numa simples ligação sexual, sem as belezas da maternidade.

Junto dos filhos apagam-se ódios, sublima-se o amor e harmonizam-se as almas para a eternidade.

Reconhecer grave delito no aborto que arroja o coração feminino à vala do infortúnio.

Sexo desvirtuado, caminho de expiação.

Preservar os valores íntimos, sopesando as próprias deliberações com prudência e realismo, em seus deveres de irmã, filha, companheira e mãe.

O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito.

Do livro: Conduta Espírita, pelo Espírito André Luiz, Psicografia de Waldo Vieira

quinta-feira, 30 de maio de 2013

José Gonçalves Pereira



José Gonçalves Pereira nasceu em São José do Barreiro, Vale do Paraíba (São Paulo - Brasil) em 14 de junho de 1906, filho de Horácio Gonçalves Pereira e Alvina Rodrigues Gonçalves Pereira.


Em 1927, já na cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paulo (Brasil), casa-se com Luíza Miranda (nascida em 18 de maio de 1911, no bairro do Cambuci) e começa a trabalhar como vendedor na empresa multinacional de origem inglesa "Gessy Lever".

A empresa nesta época tentava introduzir um novo produto no mercado, sem muito sucesso - era um novo sabão em barras - e o Sr. Gonçalves teve a idéia de fazer uma campanha mostrando a lavagem de roupa em público, onde se demonstrava a superioridade do produto sobre os concorrentes.

O sucesso da campanha, inédita na época, levou rapidamente o Sr. Gonçalves a posição de Diretor Comercial, na qual permaneceu até sua aposentadoria em 1964. A aposentaria foi solicitada para que pudesse dedicar-se a Casa Transitória Fabiano de Cristo, da qual falaremos adiante.

Foi levado a Federação Espírita do Estado de São Paulo por um amigo. O objetivo era conversar com o Comandante Edgard Armond, autor do livro "Mediunidade", que o interessará bastante. Por convite de Edgard Armond, passou a participar das reuniões e a integrar-se nas tarefas do grupo.

As atividades de Assistência Social, o auxílio aos mais necessitados, sempre tiveram grande importância no movimento espírita paulista, desde os tempos de Batuíra, e naturalmente constituíam um das áreas de atuação da FEESP.

Em 1937 surgiu o "Departamento Damas da Caridade" para prestar assistência à infância desvalidas, as gestantes carentes e socorrer os pobres em suas penúrias. Em 1938 surge o "Setor de Assistência Social" ligado ao "Departamento das Damas de Caridade", com o auxílio de médicos voluntários prestando assistência médica, odontológica e farmácia. Em 1940 o "Setor de Assistência Social" ganhou autonomia e seu primeiro diretor foi o médico paulista Dr. Militão Pacheco.

Participando ativamente da FEESP, o Sr. Gonçalves foi nomeado em 1949 - pelo Secretário Geral, o Cte Edgard Armond - Diretor do Departamento de Assistência Social.

Durante os anos em que dirigiu este departamento, desenvolveu diversas atividades novas e estendeu grandemente o número de benefícios prestados a sociedade. O trabalho iniciou-se em um terreno atrás da sede da Federação (Rua Maria Paula), onde havia um galinheiro desativado, estendeu-se no casarão posteriormente adquirido na rua Santo Amaro e em 1960 culminou com a inauguração da "Casa Transitória Fabiano de Cristo" na Marginal do Tiête.

Outra das iniciativas do Sr. Gonçalves na FEESP foi a "Campanha da Fraternidade Auta de Souza" (03/02/1953). Esta campanha surgiu da necessidade de arrecadar-se mantimentos para as famílias assistidas pelo Departamento de Assistência Social e inicialmente se chamaria "Campanha do Quilo" (idéia apresentada por Ninpho Correa).

O nome e a forma definitiva surgiram após visita a Chico Xavier em Pedro Leopoldo. No encontro com Chico Xavier este lhe informou que "está aqui presente uma jovem desencarnada, irradiando intensa luminosidade, dizendo-nos ser participante das tarefas do atendimento aos necessitados do Departamento de Assistência Social, junto aos seus voluntários". Esta jovem era Auta de Souza.

Em uma da visitas que fez a Francisco Cândido Xavier, o Sr. Gonçalves notou que um grupo de jovens copiava, em cadernos escolares, as mensagens psicografadas e trechos dos livros de Allan Kardec. O motivo era a dificuldade de terem acesso aos livros impressos, então caros e raros.

Para amenizar esta situação o Sr. Gonçalves criou, em 18 de abril de 1953, o grupo "Os Mensageiros" com a finalidade de distribuir mensagens espíritas impressas. A impressão e distribuição foi inicialmente custeada pelo próprio Sr. Gonçalves, mas aos poucos se juntaram outros colaboradores e o grupo existe até hoje (sua página na internet éhttp://www.mensageiros.org.br), tendo já atingido a marca de 1 Bilhão de mensagens distribuídas para o mundo todo.

Já a Casa Transitória surgiu da necessidade de um espaço mais adequado para as atividades assistenciais da FEESP e foi construída em terreno cedido pelo governador Jânio Quadros as margens do rio Tiête. O terreno era um verdadeiro charco e foi um trabalho imenso transforma-lo nos pavilhões rodeados de jardins que lá se encontram agora.

A participação do plano espiritual na sua criação foi grande, inclusive durante grave enfermidade enfrentada pelo Sr. Gonçalves ele foi levado espiritualmente a visitar a instituição do plano espiritual da qual a Casa emprestou o nome, e dali trouxe também a inspiração para sua arquitetura.

A Casa foi fundada em 25 de janeiro de 1960, com duas linhas principais de trabalho:

- O objetivo de "amparar a criança reajustando-lhe a família";

- O trabalho voluntário em todos os setores possíveis (uma das poucas exceções foi o abrigo de idosas, que necessita de presença permanente de enfermeiros e médicos);

Assim o socorro às gestantes carentes é apenas a linha de frente de um grande trabalho de reajuste, complementado por cursos de higiene e cuidados básicos com os nenês, assistência médica e cursos profissionalizantes.

Colaboradores diversos ao longo dos anos, entre eles esportistas famosos como o lutador Éder Jofre, criaram cursos de futebol (para manter afastadas as crianças da rua), horta (para suprir o refeitório), atividades diversas para as crianças e adultos no intuito de renovar-lhes os valores e esperanças.

Na direção da Casa, a qual dedicou-se integralmente após aposentar-se, o Sr. Gonçalves contou com o apoio de sua esposa. A presença e atividade de ambos orientou o trabalho dos voluntários e serviu de inspiração e de ponto de agregação durante os anos de consolidação da instituição. Pelo testemunho dos voluntários que o conheceram, sua personalidade marcou a vida de todos que com ele tiveram contato. Outras instituições, como a Casa Transitória Fabiano de Cristo foram ao longo dos anos, criadas e se pautaram pelos idéias do Sr. Gonçalves.

Em 25 de agosto de 1989, após uma vida repleta de ações em prol do próximo, desencarna José Gonçalves Pereira. Seu corpo foi velado em um dos pavilhões da Casa Transitória, enquanto que seu espírito certamente despertava para a vida verdadeira. No dia seguinte ao de sua desencarnação, em reunião publica no "Grupo Espírita da Prece" de Uberaba, o espírito Maria Dolores envia através da mediunidade de Chico Xavier uma mensagem em que o denomina "Apóstolo do Bem e Herói da Caridade":



DÁDIVAS DE AMOR

Uma carta... um olhar, uma palavra boa;

Uma frase de paz que asserena e abençoa;

Leve prato de sopa ou um simples pão

Podem livrar alguém de cair na exaustão;

Antigo cobertor, atirado ao vazio,

Aquece o enfermo pobre esquecido ao frio;

Uma peça de roupa remendada,

Talvez seja o agasalho ao viajor da estrada;

Meio litro de leite à viúva sem nome,

Amapara-lhe o filhinho, a esmorecer de fome;

Todas essas doações supostas pequeninas

São serviços do Bem, nas paragens divinas;

São flores da fé viva, a derramarem luz,

Revelando o fulgor do Reino de Jesus;

Aqui, saudamos nós, Gonçalves, nosso irmão,

Que ontem foi conduzido à Celeste Mansão;

Que o Céu do Amor o guarde, ante a nossa saudade,

Do Apóstolo do Bem e Herói da Caridade;

Maria Dolores

Mensagem psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier


Só como observação final, "Os Mensageiros" é o título de um dos livros de André Luiz, psicografados por Francisco Cândido Xavier, e a "Casa Transitória Fabiano de Cristo" é uma instituição no plano espiritual dedicada ao atendimento aos espíritos sofredores, descrita no livro "Obreiros da Vida Eterna", também de André Luiz.

Fonte: http://www.autoresespiritasclassicos.com


ESTAMOS DE VOLTA!

Olá amigo de ideal espírita, depois de um período, retornamos com nosso estudo de livros espíritas. Agora em novo formato e muito mais inter...