Meus filhos, a nova era
É divina primavera
Nascente, clara, louça...
Ao sol do evangelho vivo,
Busquemos trabalho ativo,
Enquanto raia a manhã.
Partamos ao dia lindo,
Colhendo e distribuindo
As flores do amor cristão.
Convertamos nossa lida
Na bênção indefinida
De paz e de redenção.
Onde a mente enferma e pobre
De ignorância se cobre
Na treva em que se conduz
Passemos servindo, em bando,
Felizes, despetalando
Os lírios alvos da luz.
Onde a dor exibe chagas,
Angústias, misérias, pragas,
Desânimo e solidão,
Espalhemos com bondade
As rosas da caridade
Que nunca fenecerão.
Onde o frio é rijo açoite
Aos que choram sob a noite,
Sem a ternura de alguém,
Trazendo incentivo e lume,
Libertemos o perfume
Das açucenas do bem.
Onde a revolta se exprime,
Na mágoa, no horror, no crime,
Nas hecatombes até
Plantemos com segurança
Verdes palmas de esperança
Para a vitória da fé.
Comecemos desde agora,
Ao doce calor da aurora,
Servindo sem descansar.
Quem no Evangelho não dorme
Encontra colheita enorme
Nas bênçãos do Eterno Lar!...
E se alguém amaldiçoa
Nossa oferta humilde e boa,
Digamos sem aflição:-
-“Por amor fazemos isto!...”
Sigamos com Jesus Cristo,
Filhos do meu coração!
Do livro: "Educandário de Luz", pelo Espírito João de Deus, Psicografia de Francisco Cândido Xavier
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Dica de Leitura: "Na Seara do Bem"

Pelo Espírito Antonio Carlos Tonini
Psicografia de Luis Antonio Ferraz
SINOPSE: Tonini narra de forma clara e objetiva os episódios desenrolados entre os dois planos da vida, durante as atividades doutrinárias. Os preparativos, os setores de atividades, a ação dos benfeitores espirituais durante a palestra, os passes, a evangelização infantil, a fluidificação das águas... Obra indispensável aos que procuram na casa espírita a renovação de si mesmos à luz do Evangelho redivivo!
"Imagino que você queira ser feliz"

(Resumo feito pela Thaís Macieira)
Sinopse: Caio Mário, o mesmo autor de Minha Vida em Gestação, sob a orientação de Cairbar Schutel (líder espiritual da Alvorada Nova), conhece Jeremias que narra a ele sua história com Ícaro. O objetivo era se preparar melhor para sua missão de também anjo protetor.
- Anjos da guarda não são perfeitos e também estão em aprendizado e em evolução
-Jeremias participou da vida de Ícaro encarnado desde a concepção
- Ícaro quase foi abortado -> Joana sua mãe não fez isso por não ter condições financeiras na época
- Idas constantes de Jeremias à Alvorada Nova para se recompor -> seu tutelado não interagia com ele
- Através de passes já na maternidade Jeremias começava a estabelecer laços mais sólidos com Ícaro e o menino passou a reconhece-lo
- A casa onde o menino morava ficava em uma favela e era muito humilde. A casa estava em condições insalubres – chão de terra batida, havia animais e insetos
- Os pais não eram presentes
- Jeremias aos poucos foi conhecendo os demais espíritos presentes no lugar, fossem eles anjos guardiões ou obsessores
- Os pais do menino pouco ouviam os conselhos de seus protetores e eram levados por entidades inferiores
- Até os 16 anos os jovens são resguardados das investidas de espíritos malignos (ainda não atingiram o livre arbítrio)
- Fica-se sabendo que a irmã mais velha de Ícaro, Suellen, é um espírito mais preparado que os próprios pais
-Antônio é preso por espancar Joana e o estado desta é tão grave que a mesma acaba morrendo
- As crianças ficam sabendo de forma pouco sensível através de sua tia que a mãe havia morrido e que não ela poderia ficar com elas.
- Paloma, uma das irmãs que havia ido visitar a mãe é expulsa de lá por uma enfermeira ao vê-la sozinha. A menina foge e nunca mais é vista
- Uma assistente social chega ao barraco acompanhada de dois comissários enviados pelo juiz para recolher os 3: Suelen, vai para um local onde ficavam só meninas desamparadas. Ícaro e Aguinaldo vão para uma instituição que abrigava menores carentes.
- Ícaro tem problemas na instituição desde o primeiro dia por sua rebeldia e pela falta de compreensão e amor das assistentes sociais
- Ícaro cresce sem base cristã e volteado por maus exemplos. Jeremias tem certeza de que “não se pode combater a carência afetiva e abandono educacional com ódio e agressões”.
- Suelen terminou empregando-se em uma casa de família e aquietou seu íntimo trabalhando de forma honesta e vigorosa. Visitava a tia a despeito de suas grosserias só para continuar tendo contato com algum parente
- Quando completou 15 anos, Ícaro fugiu do orfanato e deixou lá seu irmão Aguinaldo com quem Ícaro não tinha afinidade
- Associou-se a outros dois meninos de rua: Rui e Carlos
- Abrigaram-se na casa de Rosamaria -> uma mulher de meia idade que havia seduzido Carlos quando este ainda era muito jovem e com quem julgava conviver maritalmente
- Os garotos roubavam para pagar sua comida e estadia
- O anjo da guarda buscava advertir Ícaro a voltar para o abrigo
- Diante da rebeldia do menino, Jeremias pede orientação na Alvorada Nova. Lá ele é informado que os atos de Ícaro não são de sua responsabilidade. Ele não deve se sentir culpado
- Lá ficou sabendo que em outra vida havia sido escravo de um feitor rude e malvado –Ícaro - a quem tinha assassinado por vingança
- Jeremias fica comovido e se sente mais forte para argumentar com Ícaro, informando-lhe o possível : o pupilo já havia sido próximo a ele
- Ícaro participa de um grande roubo com Carlos – algo que muito desagrada a Jeremias – o assalto fracassa e Icaro é preso em prisão para menores
- Jeremias é tolerante com Ícaro em todos os desdobramentos em que os dois conversam
- Ícaro tenta demovê-lo de sua raiva e orientá-lo no caminho do bem
- Jeremias fala a Ícaro de felicidade: “se você esta resignado com o que Deus lhe dá, compreende a justiça que existe nas mais singelas situações nas quais esta inserido e consegue vislumbrar a magnitude da vida ao seu redor, por que não se sentir feliz de viver, de evoluir, de fazer parte dessa imensa comunidade de irmãos que seguem o mesmo rumo em direção à Felicidade Suprema”
- Após 3 meses de aprisionamento, Rosamaria apresenta-se como amiga da família e leva-o consigo prometendo cuidar do rapaz
- Ícaro continuava muito revoltado e volta as ruas na companhia de Carlos e Rui que continuam a praticar atos marginais
- Em um contexto de luta entre duas gangues rivais Rui morre baleado
- Ícaro sem saber o que fazer pede auxílio do protetor que o inspira a afastar-se
- Depois decide-se vingar-se pela morte do amigo (o que desagrada a Jeremias) e novamente as gangues rivais se encontraram. O mesmo massacre ocorre e Ícaro se fere gravemente. Carlos foge
- Ícaro passa dias na UTI e por passar muito tempo depreendido de seu corpo trava várias conversas com Jeremias que deseja orientá-lo no caminho do bem. Ícaro se compromete com Jeremias a pensar a respeito
- Por algum tempo trabalha em uma gráfica na região central da cidade determinada pelo juiz, e logo é demitido
- Ícaro foge da instituição onde deveria permanecer durante a noite e começa a pedir esmola em cruzamentos e por mais conselhos que o anjo lhe desse, fossem através de inspirações ou desdobramentos, se adaptou a vida de pedir esmolas
- Até que um dia, pedindo dinheiro a uma senhora no semáforo terminou por assusta-la tamanha a sua insistência e a senhora começou a gritar. Desesperado segurou-a lhe pelo pescoço ordenando que calasse a boca
- Deste modo levou-a ao desmaio
- Jeremias foi preso em prisão para adultos e lá sofreu muito com abusos sexuais e vários atos violentos
- Mais desdobramentos e Ícaro de novo é convencido a mudar de vida.
- Jeremias tenta ajudar Ícaro em seu julgamento indo atrás do anjo protetor da vítima
- O mesmo se prontifica a ajudar e diz que a vítima o ouvirá
- Ícaro se sensibiliza com a bondade da senhora que o defende e culpa a si mesma pela atitude exagerada. Começa a pensar na possibilidade de perdoar outras pessoas da mesma forma que a senhora havia feito
- Apesar de grande dificuldade por sua condição de ex-detento, Ícaro consegue um emprego em uma padaria. O padeiro se sensibiliza com a história de Ìcaro já que seu filho também já havia sido preso e precisou de uma oportunidade
-Com 20 anos Ícaro tinha finalmente uma profissão
-E morava em uma pensão para rapazes
-Ficou muito amigo de Juvêncio, seu patrão que também gostava muito dele
-Nos finais de semana gostava de passear pelos bairros elegantes da cidade e em um desses passeios conheceu uma moça rica e elegante por quem se apaixonou. Ìcaro se aproximou dela e os dois marcaram um encontro.
- Os dois encontravam-se com freqüência na mansão onde vivia a moça mas onde nunca estavam seus pais. Até um dia em que eles apareceram lá e o rapaz em sua ingenuidade é desmascarado na frente de todos que descobrem que o mesmo na realidade é humilde e trabalha em uma padaria
- Depois desta ocasião nunca mais conseguiu ver a jovem
- Ícaro fica muito triste e é consolado por Juvêncio que por sua vez é inspirado por Jeremias
- Alguns meses depois começa a namorar uma garota de sua própria classe social. O relacionamento deixa Ícaro mais seguro e logo a moça engravida
- Ìcaro deseja que a moça aborte mas Juvêncio e Jeremias tentam demove-lo da idéia e o jovem promete refletir
- O jovem então aceita casar-se com a namorada e nasce seu primeiro filho, Heitor
- Por alguns anos Ícaro vive em paz consigo mesmo. Recebe uma promoção na padaria e vira gerente
- O Espírito quando encarnado fica mais susceptível porque não tem todos os sentidos ativos e atuantes como quando esta liberto da matéria e deste modo sofre muitas influências de entidades menos esclarecidas. Deste modo, Ícaro após alguns anos de convivência pacífica começou a brigar com as esposa e já não atuava na educação de seus três filhos, todos pequenos e carentes
- Começou a ter amizades interesseiras e é instigado a desviar dinheiro de Juvêncio. Se no inicio sua amizade pelo senhor fez com que Ícaro desistisse de tais idéias, com o passar do tempo esse sentimento foi sendo dissipado
- Deste modo, começou a dar inicio a desvio de dinheiro na padaria e começou a beber
- Jeremias tentou ajudar o casal em conjunto com o anjo guardião de sua esposa Carla através de desdobramentos
- As tentativas foram em vão: a padaria começa a sofrer com o desfalque de modo que começou a ficar com dívidas
- O desfalque preocupou a família e o filho de Juvêncio foi mandado de Santa Catarina para a cidade
- Embora Juvêncio e seu filho tenham tentado conduzir a situação de forma tranqüila, Ícaro irritou-se e com medo de que sua falcatrua fosse descoberta pediu demissão
- Ícaro, influenciado por péssimas amizades, resolveu vingar-se novamente
- Uma semana depois voltou à padaria cercado de outros dois indivíduos e ameaçou o filho de Juvêncio com uma arma roubando o dinheiro do pagamento de todos os funcionários.
- No momento de irem embora um dos comparsas de Ícaro da um tiro em Paulo Roberto e o mata. Ícaro ainda havia tentado demove-lo da idéia mas havia sido em vão.
- Ícaro foge e Jeremias desolado permanece no local ajudando as equipes de resgate do plano espiritual darem assistência a Paulo Roberto
- Ícaro não consegue fugir por muito tempo e logo é preso recebendo uma pena de duas décadas
- Refletindo sobre a felicidade Jeremias chega a seguinte conclusão: “Por vezes fico pensando qual o motivo das pessoas não atingirem esse tão aprazível estado de espírito, deixando-se singelamente tocar pela simplicidade da vida, pelos elementos mais suaves e menos complexos de composição do cenário onde estão inseridos”
- Buscando ajudar Ícaro a passar todo esse tempo preso de forma menos triste, Jeremias tenta encontrar um dos irmãos e encontra Suélen, a irmã mais velha
- Jeremias inspira Suélen a buscar Ícaro, e através de seu marido, chega até ele
- Na visita, leva seu filho Icaro, assim chamado em homenagem ao tio
- Ícaro fica muito feliz ao vê-la o que inspira Jeremias a pensar o seguinte: “a felicidade sustenta-se nesses momentos fugazes de intensa vibração positiva, cuja alegria invade o coração e domina a razão. O encarnado, nesses instantes, julga-se pleno, integrado, seguro e tranqüilo, ainda que por minutos ou horas. Se conseguisse estender essa vibração positiva e agradável por mais tempo, conseguiria entender o verdadeiro caráter da tão almejada felicidade. (...) portanto de momento em momento, vivendo em cima de minutos ou segundos de felicidade abundante, o espírito aufere forças para lutar e manter-se fiel na trajetória da sua existência”
- Os anos passados ali foram bastante difícies, a vida era selvagem e as regras nem sempre justas. A irmã ia visita-lo mensalmente
- Quando finalmente conseguiu sair dali, saiu bem mais velho e maduro
- Ícaro vai morar na casa de Suelen que por vezes lhe dá conselhos e lhe ensina que mais importante do que a classe social é o caráter da pessoa
- Ele consegue trabalho por interferência do patrão do marido de Suelen e arranja trabalho de faxineiro num edifício em região nobre da cidade
- Nos seus desprendimentos durante o sono continua encontrando-se com Jeremias que o adverte a não fraquejar e não seguir novamente pelo caminho mais fácil
- Ele é advertido a agradecer a suelen e sua família, a encontrar juvêncio e pedir perdão e a casar-se de novo
- Devido ao seu grau de evolução Ícaro nunca chegou a pedir perdão a Juvêncio, nunca mais procurou seus filhos ou sua ex-esposa. Seu orgulho ainda falou mais alto
- Entretanto, deu uma virada em sua vida: constituiu novo lar, teve outros filhos e mesmo em idade avançada, foi um bom pai.
- Ícaro formou novos amigos, era a alegria das crianças do condomínio desenvolvendo paciência para lidar com elas
- Não tornou-se perfeito: Ícaro por vezes bebia em demasia, discutia com a esposa, ignorava os filhos e era ríspido com o sindico. Mas, isso era pouco diante da alegria que possuía em seu coração e que proporcionava a todos
- Fez sua história de vida chegar a um bom termo e serviu de modelo a muitos encarnados que o conheceram em sua última fase
- Reequilibrou sua jornada. Ficando a cargo da justiça divina avaliar seus atos
- O mais importante é que reencontrou a felicidade num dos pontos da cainhada e quando desencarnou foi lembrado pela esposa, amigos e filhos
- “O trivial representou sues passos e sua existência poderia ser considerada vulgar e normal. Mas não somos, no fundo, todos assim? (...) Quem foi famoso no passado, hoje é simples e amanhã poderá ser inexpressivo. Personalidades vivem e morrem e todos têm igual importância no mundo espiritual”
- Ícaro ao chegar ao plano espiritual diz a Jeremias que deve ter correspondido pouco às suas expectativas
- E então Jeremias lhe diz que a única que tinha era a de que Ícaro realmente desejava ser feliz”
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Missionários da Luz - Livro do Mês de Outubro / 2011
Conteúdo doutrinário:
Essa obra descreve vários processos mediúnicos e como se desenvolvem as providências do plano espiritual, antes, durante e após as reuniões mediúnicas. Nelas, são pormenorizados atendimentos a encarnados e desencarnados, sobressaindo preciosos ensinamentos.
Há descrição da sublimidade da reencarnação de um espírito, a partir da obra-prima que é a fecundação.
Raramente se encontrará na literatura espírita fonte igual de ensinamentos sobre a programação da existência terrena, que afinal de contas, não passa de uma etapa da bênção maior que é a vida!
SINOPSE - Capítulo a Capítulo
Cap 1 – O psicógrafo – É detalhada a participação de Espíritos protetores na reunião mediúnica, particularmente quanto à psicografia, cujos mecanismos psicossomáticos são detalhados. Muito útil aos médiuns psicógrafos.
Cap 2 – A epífise – É a glândula da vida mental. Segrega “hormônios psíquicos”: As funções espirituais dessa glândula, denominada “pineal” (forma de pinha) são trazidas para os ensinos espíritas, S.M.J., pela primeira vez. Tem potencial magnético controlador das glândulas genitais. Atua qual poderosa usina segregando unidades-força nas energias geradoras. É, sobretudo, a glândula da vida espiritual do homem encarnado.
Cap 3 – Desenvolvimento mediúnico – Demonstra as providências da Espiritualidade, preceden-tes à reunião mediúnica propriamente dita. Médiuns, à visão espiritual, apresentavam: um, "bacilos psíquicos" (larvas) da tortura sexual; outro, intoxicação alcoólica ampla, tendo pequeninas figuras horripilantes, vorazes, ao longo da veia porta...; uma médium, com o ventre superlotado de alimentação, vítima da excessiva alimentação, trazia voracíssimas lesmas (parasitos destruidores).
Cap 4 - Vampirismo – A. Luiz inaugura, no Espiritismo, o emprego das palavras "vampiro/vampirismo", quando trata de obsessor/obsessão (desencarnado, ainda rudemente fixado às sensações físicas, roubando energias e sensações deletérias de encarnado viciado em alcoolismo, tabagismo, toxicomania, sexo desvairado e, de forma geral, nos demais vícios);
- é registrado o problema da alimentação de carne e dedica especial atenção ao tratamento do ser humano para com os animais, acenando com uma "nova era", quando o homem cultivará o solo com amor e os respeitará (aos animais);
Cap 5 – Influenciação – Comentários sobre os Espíritos desencarnados, exploradores, que aguardam à porta dos Centros Espíritas a saída dos médiuns invigilantes... E ainda, sobre o abandono das reuniões mediúnicas, por parte dos médiuns...
Cap 6 – A oração – A.Luiz rememora suas atividades de médico terreno. Agora, diante de um “doente da alma”, vampirizado, como atendê-lo?... O Instrutor espiritual, em resposta, demonstra como a prece constrói fronteiras vibratórias: a oração é o mais eficiente antídoto do vampirismo. Há preciosa informação sobre os bilhões de raios cósmicos que a cada minuto descem sobre a fronte humana, oriundos do solo, da água, dos metais, dos vegetais, dos animais e dos próprios seme-lhantes — todos, sem contar os raios solares, caloríficos e luminosos; igualmente, emanam sobre cada um de nós, os terrenos, trilhões de raios psíquicos(!)
Cap 7 – Socorro Espiritual – É lecionado que à noite há mais facilidade para ajuda espiritual, quando os raios solares diretos não desintegram certos recursos dos cooperadores espirituais. Também é à noite que os encarnados sofrem os fenômenos desastrosos mais sérios da circulação, pela invigilância na criação de fantasmas cruéis, no campo vivo do pensamento.
O capítulo registra um caso de "moratória" (enfermo grave, prestes à desencarnação, que recebe energias que lhe acrescentam mais 5 meses de existência terrena).
Cap 8 – No plano dos sonhos – É citado o curso espiritual ministrado por Instrutor espiritual a 300 (trezentos) alunos, encarnados e desdobrados pelo sono, dos quais apenas 32 (trinta e dois) assimilam as lições. É sugerido como o sono pode ser excelente oportunidade de boas realizações e de aprendizado, além da chance de reencontro com parentes ou amigos desencarnados. Há o relato singular do pavor-pesadelo de um encarnado que ao dormir depara-se com um amigo desencarnado, sobre o qual fizera alusões desabonadoras durante o dia...
Cap 9 – Mediunidade e fenômeno – O capítulo explana sobre a necessidade de planejamento, disciplina e construtividade para todos os candidatos às atividades mediúnicas, os quais se iniciarão com trabalhos em pequenas tarefas, para depois, progressivamente, alcançarem grandes obras. Há interessantíssimo registro: o Espírito de Verdade é Jesus(!).
O desenvolvimento mediúnico não deve ser provocado. As expressões fenomênicas nos trabalhos mediúnicos deverão estar em plano secundário, pois o Espírito é tudo.
Cap 10 – Materialização – Mostra-nos este capítulo como Sessões de Materialização são trabalhosas, expondo seus grandes riscos para os médiuns, tendo em vista que poucos reúnem as condições espirituais que elas exigem: valores morais legitimamente consolidados.
NOTA: Lembramos aos leitores que estávamos em 1945 — reuniões de materialização aconteciam quase como rotina... e ainda por cima, em residências...
Cap 11 – Intercessão – Atendendo à solicitação pungente de uma viúva (encarnada, desdobrada pelo sono) o Instrutor, levando A.Luiz, vai à residência dela. Lá, se deparam com inúmeros Espíritos desencarnados, familiares diversos, atraídos pelas vibrações pesadas e doentias dos encarnados. Esses Espíritos estavam envolvidos em círculos escuros, à mesa de refeições da família, absorvendo as emanações dos alimentos (pelas narinas). É explicado como tal se processa: vampirização recíproca... É-nos mostrado o terrível ambiente de um matadouro, com Espíritos desencarnados atirando-se vampirescamente ao sangue dos animais abatidos. O capítulo mostra ainda o martírio de um suicida, atormentado pelo remorso de ter assassinado um amigo para roubar-lhe a noiva.
Cap 12 – Preparação de experiências – Registra providências no Planejamento de Reencarnações e os mapas dos futuros corpos físicos; trata ainda do interessante e raríssimo caso dos "completistas" (encarnados que aproveitam todas as oportunidades de evolução).
A medicina do futuro, certamente levará em conta o psiquismo, identificando-o como responsável, senão por todas, mas pela maioria das patologias.
Cap 13 – Reencarnação – (seguramente o mais importante de todo o livro) - Após comentários sobre o perdão e o sexo, descreve a sublimidade que é a reencarnação de um Espírito, a partir da obra-prima que é a fecundação. É focalizada a interessantíssima questão das “fecundações físicas” e das “fecundações psíquicas”, aquela, nascendo das uniões físicas, no domínio das formas, e esta, das uniões espirituais, nos resplandecentes domínios da alma. Somos informados que o corpo perispiritual, que dá forma aos elementos celulares, está fortemente radicado no sangue(!).
NOTA: Raramente se encontrará na literatura espírita fonte igual de ensinamentos sobre a programação da existência terrena, que afinal de contas, não passa de uma etapa da bênção maior que é a vida !
Cap 14 – Proteção – É citado que muitos são os casais “sem a coroa dos filhos”, por terem agido egoisticamente, desde o presente ou em vidas passadas. Há a informação sobre a reencarnação, que só se completa por volta de sete anos do parto.
É descrita a proteção espiritual na fase fetal e embrionária do ser humano.
Cap 15 – Fracasso – O capítulo é de grande densidade dramática, narrando como uma gravidez é interrompida por invigilância (aborto indireto) da mulher grávida que o pratica pela terceira vez: sai pela noite, em busca de prazeres mundanos; no amanhecer, perde aquele que lhe seria filho (o aborto é-lhe incensado por Espíritos que a vampirizavam e que por isso mesmo não lhe admitiam ser mãe, já que com um filho, não mais lhes daria atenção...).
Cap 16 – Incorporação – O capítulo demonstra todo o processo da psicofonia ("incorporação"). Um Espírito desencarnado é levado à reunião mediúnica do mesmo grupo de médiuns que participava, quando encarnado. A médium que o atenderá na reunião (à noite), horas antes tem graves problemas conjugais (marido alcoólico) e é-nos demonstrado o abençoado apoio espiritual que ela então recebe, mercê do seu devotamento.
Cap 17 – Doutrinação – Ao doutrinar Espíritos os médiuns acabam doutrinando-se...
Aqui vemos o Espírito de um sacerdote ser doutrinado por interferência de sua mãe (também desencarnada) que se responsabilizava por tê-lo induzido ao sacerdócio, quando encarnados, sendo que, ao contrário, ele renascera para elevada tarefa no campo da filosofia espiritualista. É citada uma interessante contrapartida das sessões de materialização: quando elas acontecem no Plano Espiritual, para que desencarnados sofredores sejam atendidos na doutrinação... por encarnados. Há explicações sobre a ocorrência da doutrinação, nas reuniões mediúnicas, justificando porque às vezes ela precisa ser realizada por encarnados (doam seu “magnetismo humano”).
NOTA: O capítulo mostra como a Espiritualidade atende dois Espíritos necessitados:
- o primeiro desconhece a própria morte — vê, à distância, seus despojos em decomposição;
- o segundo, quer agredir aos encarnados, com auxílio da médium — vê-se diante de um esqueleto, de terrível aspecto (composto pelos Espíritos Instrutores), desistindo da agressão.
Na nossa opinião, tão forte recurso de convencimento requer enorme prudência na sua aplicação por médiuns doutrinadores encarnados, pelo que o desaconselhamos.
Cap 18 – Obsessão – Trata da obsessão e da desobsessão: vários vingadores, sendo previamente doutrinados no Plano Espiritual, antes de se manifestarem pelos médiuns.
O capítulo sugere extrema cautela aos médiuns lidadores das obsessões, muitos dos quais adiantam diagnósticos apressados e fazem promessa de curas no campo físico...
Cap 19 – Passes – É narrado o caso de um encarnado, renitente na invigilância, que após ser atendido por dez vezes com socorro completo, será deixado entregue a si mesmo, só voltando a ser socorrido pela Espiritualidade após adotar nova resolução: receberá, por ora, alguma melhora, apenas.
Trata o capítulo, de forma detalhada, dos passes — especifica a necessidade de conhecimentos especializados, além de critério e responsabilidade por parte dos passistas.
Ao serem descritas várias modalidades de passes, com movimentos das mãos, de alto a baixo, rotatórios e longitudinais, isso parece induzir-nos a ter muita cautela quando quisermos avançar críticas às técnicas dos passes...
Cap 20 – Adeus – O Instrutor espiritual irá para estágio em esferas mais altas.
Antes, promove reunião em “Nosso Lar” para as despedidas com seus inúmeros alunos, dentre os quais A.Luiz. Comovidos, todos, vêem o abnegado Instrutor orar com infinita beleza, “como se conversasse com o Mestre presente, embora invisível”.
Fonte: http://www.institutoandreluiz.org/sinopse_missionariosdaluz.html
http://www.institutoandreluiz.org/missionarios_da_luz.html
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Ciladas
O médium Divaldo Pereira Franco recebeu esta mensagem no mês de março do corrente ano de 2010 e a enviamos com uma observação de Suely Caldas Schubert.
Que a mensagem a todos nos possa servir de mais um especial alerta norteador:
CILADAS é uma mensagem profundamente esclarecedora, expressando uma amorosa advertência da querida mentora Joanna de Ângelis, convocando-nos a vigiar e orar, ao trabalho em favor do próximo e a sermos fiéis ao Ideal Maior que hoje norteia nossas vidas.
Ao relacionar as várias e perigosas faces das armadilhas maquinadas pelos adversários do Bem, alerta-nos quanto às nossas próprias fragilidades, propiciando-nos, através do conhecimento, condições para resistirmos aos assédios negativos.
Suely Caldas Schubert (escritora)
CILADAS
Assevera antigo refrão popular que somente lobos caem em armadilhas para lobos.
Na trajetória humana em favor do desenvolvimento moral e intelectual, o Espírito, não poucas vezes, defronta armadilhas bem urdidas, nas quais tomba, de maneira irreversível, comprometendo-se por largo período. . .
Constituem testes à resistência moral de todo jornadeiro que se aprimora através das experiências da evolução.
Ninguém, que desempenhe funções ou papéis relevantes, que não seja surpreendido por esses mecanismos perigosos que lhe põem à prova a capacidade mental e as resistências morais.
Sutis, algumas vezes, apresentam-se como dourados atrativos que seduzem e terminam por envilecer o caráter de quem lhes aquiesce ao convite.
Noutras ocasiões, surgem de inopino, ameaçadoras e voluptuosas, surpreendendo e obrigando as vítimas a capitular, inermes, interrompendo o ritmo do ideal, da conduta, do trabalho a que se afervoram.
Algumas anunciam favores e glórias fascinantes que atingem a sensibilidade emocional, levando a paixões de afetividade doentia. . .
Inúmeras outras assumem o odioso aspecto da animosidade e da perseguição inclemente e gratuita, que termina por desestruturar aquele que lhe padece o cerco. Normalmente, fazem-se insinuantes e agradáveis, sem aparente malícia nem mácula, culminando pelo envolvimento daquele que se permite fascinar pelo engodo de que se revestem.
Semelhante ao que ocorre com os insetos colhidos nas malhas brilhantes da teia de aranha que os espreita, a fim de devorá-los depois, logra êxito em razão dos fios viscosos e de aparência inocente que retêm as presas incautas, impossibilitadas de qualquer forma de libertação.
Existem as ciladas licenciosas, vulgares, insensatas, em que muitos corações gentis e dóceis se enleiam, comprazendo-se, irresponsavelmente, no comportamento divertido que se torna chulo e perturbador.
Diversas outras são refinadas e trabalham a presunção do indivíduo invigilante, afastando-o do convívio social saudável que parece asfixiá-lo, isolando-o na alienação da falsa autossuficiência. . .
As ciladas constituem recursos perturbadores durante a experiência humana que têm a finalidade de proporcionar a aquisição de resistências espirituais e de valores pessoais ao indivíduo, mediante os quais o Espírito se enriquece de sabedoria. Todos os seres humanos, de uma ou de outra maneira, experimentam- nas durante a vilegiatura terrestre. Há, porém, outro gênero de ciladas perversas que merecem atenção redobrada. Trata-se daquelas que são programadas no mundo espiritual inferior, nas quais se comprazem os Espíritos invejosos, atrasados, primários e os malvados que se transformam em obsessores, verdadeiros verdugos das demais criaturas humanas, individualmente, assim como da sociedade terrestre como um todo. .
Odiando o progresso moral, do qual se alijaram por vontade própria, elegendo o sofrimento decorrente da ignorância em relação à Verdade como diretriz de segurança pessoal, esses Espíritos infelizes transformam-se em inimigos do Bem, que pensam impedir de expressar-se, assim como da felicidade do próximo que invejam. Quando alguém se alça acima da craveira comum e chama a atenção pelos valores éticos, culturais, políticos, religiosos ou de qualquer outra natureza, investem, furibundos, contra, gerando situações embaraçosas, complicando-lhes os relacionamentos e comprazendo-se em afligi-los.
São hábeis nas técnicas de inspiração doentia, trabalhando as reflexões mentais daqueles a quem antipatizam com vibrações perniciosas e extravagantes que desajustam as suas vítimas.
Noutras ocasiões, trata-se de inimigos de existências passadas, que mantêm ressentimento em forma de rancor e desejo incontrolável de vingança na sua morbidez dominadora. Insinuam idéias de enfermidades simulacros, transmitem sensações doentias, envolvem em ondas mentais depressivas, suspeitosas ou de violência, em contínuas tentativas de alienar aqueles que lhes caem nas ciladas mentais. Ociosos e insensíveis à compaixão ou à fraternidade, persistem com virulência nos seus propósitos infelizes, tornando-se inflexíveis na razão direta em que encontram resistência naqueles que pretendem azorragar.
Atiram pessoas irresponsáveis e igualmente ignorantes contra quem se esforça por superar as inclinações inferiores, tornando-se patrulheiros inconsequentes dos seus atos, em razão de não desejarem sintonia com as suas mazelas.
Estimulam a sensualidade e provocam paixões tórridas de consequências desastrosas, desrespeitam os sagrados vínculos do matrimônio, da fidelidade, da consideração que todos se devem reciprocamente.
Acompanham aqueles que estão sob a alça de mira na condição de vigias impiedosos, sempre aguardando qualquer brecha mental, emocional ou moral, a fim de iniciarem as vinculações obsessivas, mediante as quais pensam em destruí-los. No que diz respeito aos trabalhadores do Evangelho de Jesus através da revelação espírita, iracundos e violentos tudo investem, na sua sanha alucinada, para impedir-lhes o cumprimento dos nobres deveres abraçados.
Certamente, ninguém se encontra sem a proteção do Senhor da Vinha através dos Seus emissários e dos Seus próprios benfeitores que Lhe executam a vontade.
Nada obstante, as ciladas que padecem os trabalhadores do Bem, fazem parte do esquema para a aprendizagem superior a respeito da realidade imortalista na qual todos nos encontramos mergulhados.
Essas experiências também ensinam como se deve comportar o obreiro de Jesus diante dos famigerados enfermos da alma, que se demoram na erraticidade necessitados de compaixão e de socorro.
Constituem treinamento para o futuro, quando convocado às tarefas de misericórdia em regiões dolorosas onde os mesmos se homiziam.
Nunca desanimes, quando te sentires assediado por esses vândalos do mundo espiritual inferior.
Quanto mais responsabilidades tenhas, maior será o cerco em volta dos teus passos. Porque és fiel ao objetivo que persegues, mais violentas serão as técnicas usadas nas ciladas que preparam.
Dulcifica-te e não reajas ao mal.
Age com bondade e sê fiel em qualquer circunstância do ideal ao qual te afervoras. Nunca revides, mesmo quando agredido, desperdiçando valiosa quota de energia com o que realmente não tem significado real, exceto aquele que lhe atribuis. Ora e confia, alegrando-te quando sob chuva de calhaus e sorrindo quando jornadeando sobre cardos, deixando pegadas de dor e de júbilo pelo caminho, a fim de que demonstres que segues Aquele que, aparentemente morreu vencido em uma cruz de vergonha, e que, após essa máxima cilada dos maus, retornou Triunfante conforme prometera.
Página ditada pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 31/ 03/ 2010, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia, Brasil.
Que a mensagem a todos nos possa servir de mais um especial alerta norteador:
CILADAS é uma mensagem profundamente esclarecedora, expressando uma amorosa advertência da querida mentora Joanna de Ângelis, convocando-nos a vigiar e orar, ao trabalho em favor do próximo e a sermos fiéis ao Ideal Maior que hoje norteia nossas vidas.
Ao relacionar as várias e perigosas faces das armadilhas maquinadas pelos adversários do Bem, alerta-nos quanto às nossas próprias fragilidades, propiciando-nos, através do conhecimento, condições para resistirmos aos assédios negativos.
Suely Caldas Schubert (escritora)
CILADAS
Assevera antigo refrão popular que somente lobos caem em armadilhas para lobos.
Na trajetória humana em favor do desenvolvimento moral e intelectual, o Espírito, não poucas vezes, defronta armadilhas bem urdidas, nas quais tomba, de maneira irreversível, comprometendo-se por largo período. . .
Constituem testes à resistência moral de todo jornadeiro que se aprimora através das experiências da evolução.
Ninguém, que desempenhe funções ou papéis relevantes, que não seja surpreendido por esses mecanismos perigosos que lhe põem à prova a capacidade mental e as resistências morais.
Sutis, algumas vezes, apresentam-se como dourados atrativos que seduzem e terminam por envilecer o caráter de quem lhes aquiesce ao convite.
Noutras ocasiões, surgem de inopino, ameaçadoras e voluptuosas, surpreendendo e obrigando as vítimas a capitular, inermes, interrompendo o ritmo do ideal, da conduta, do trabalho a que se afervoram.
Algumas anunciam favores e glórias fascinantes que atingem a sensibilidade emocional, levando a paixões de afetividade doentia. . .
Inúmeras outras assumem o odioso aspecto da animosidade e da perseguição inclemente e gratuita, que termina por desestruturar aquele que lhe padece o cerco. Normalmente, fazem-se insinuantes e agradáveis, sem aparente malícia nem mácula, culminando pelo envolvimento daquele que se permite fascinar pelo engodo de que se revestem.
Semelhante ao que ocorre com os insetos colhidos nas malhas brilhantes da teia de aranha que os espreita, a fim de devorá-los depois, logra êxito em razão dos fios viscosos e de aparência inocente que retêm as presas incautas, impossibilitadas de qualquer forma de libertação.
Existem as ciladas licenciosas, vulgares, insensatas, em que muitos corações gentis e dóceis se enleiam, comprazendo-se, irresponsavelmente, no comportamento divertido que se torna chulo e perturbador.
Diversas outras são refinadas e trabalham a presunção do indivíduo invigilante, afastando-o do convívio social saudável que parece asfixiá-lo, isolando-o na alienação da falsa autossuficiência. . .
As ciladas constituem recursos perturbadores durante a experiência humana que têm a finalidade de proporcionar a aquisição de resistências espirituais e de valores pessoais ao indivíduo, mediante os quais o Espírito se enriquece de sabedoria. Todos os seres humanos, de uma ou de outra maneira, experimentam- nas durante a vilegiatura terrestre. Há, porém, outro gênero de ciladas perversas que merecem atenção redobrada. Trata-se daquelas que são programadas no mundo espiritual inferior, nas quais se comprazem os Espíritos invejosos, atrasados, primários e os malvados que se transformam em obsessores, verdadeiros verdugos das demais criaturas humanas, individualmente, assim como da sociedade terrestre como um todo. .
Odiando o progresso moral, do qual se alijaram por vontade própria, elegendo o sofrimento decorrente da ignorância em relação à Verdade como diretriz de segurança pessoal, esses Espíritos infelizes transformam-se em inimigos do Bem, que pensam impedir de expressar-se, assim como da felicidade do próximo que invejam. Quando alguém se alça acima da craveira comum e chama a atenção pelos valores éticos, culturais, políticos, religiosos ou de qualquer outra natureza, investem, furibundos, contra, gerando situações embaraçosas, complicando-lhes os relacionamentos e comprazendo-se em afligi-los.
São hábeis nas técnicas de inspiração doentia, trabalhando as reflexões mentais daqueles a quem antipatizam com vibrações perniciosas e extravagantes que desajustam as suas vítimas.
Noutras ocasiões, trata-se de inimigos de existências passadas, que mantêm ressentimento em forma de rancor e desejo incontrolável de vingança na sua morbidez dominadora. Insinuam idéias de enfermidades simulacros, transmitem sensações doentias, envolvem em ondas mentais depressivas, suspeitosas ou de violência, em contínuas tentativas de alienar aqueles que lhes caem nas ciladas mentais. Ociosos e insensíveis à compaixão ou à fraternidade, persistem com virulência nos seus propósitos infelizes, tornando-se inflexíveis na razão direta em que encontram resistência naqueles que pretendem azorragar.
Atiram pessoas irresponsáveis e igualmente ignorantes contra quem se esforça por superar as inclinações inferiores, tornando-se patrulheiros inconsequentes dos seus atos, em razão de não desejarem sintonia com as suas mazelas.
Estimulam a sensualidade e provocam paixões tórridas de consequências desastrosas, desrespeitam os sagrados vínculos do matrimônio, da fidelidade, da consideração que todos se devem reciprocamente.
Acompanham aqueles que estão sob a alça de mira na condição de vigias impiedosos, sempre aguardando qualquer brecha mental, emocional ou moral, a fim de iniciarem as vinculações obsessivas, mediante as quais pensam em destruí-los. No que diz respeito aos trabalhadores do Evangelho de Jesus através da revelação espírita, iracundos e violentos tudo investem, na sua sanha alucinada, para impedir-lhes o cumprimento dos nobres deveres abraçados.
Certamente, ninguém se encontra sem a proteção do Senhor da Vinha através dos Seus emissários e dos Seus próprios benfeitores que Lhe executam a vontade.
Nada obstante, as ciladas que padecem os trabalhadores do Bem, fazem parte do esquema para a aprendizagem superior a respeito da realidade imortalista na qual todos nos encontramos mergulhados.
Essas experiências também ensinam como se deve comportar o obreiro de Jesus diante dos famigerados enfermos da alma, que se demoram na erraticidade necessitados de compaixão e de socorro.
Constituem treinamento para o futuro, quando convocado às tarefas de misericórdia em regiões dolorosas onde os mesmos se homiziam.
Nunca desanimes, quando te sentires assediado por esses vândalos do mundo espiritual inferior.
Quanto mais responsabilidades tenhas, maior será o cerco em volta dos teus passos. Porque és fiel ao objetivo que persegues, mais violentas serão as técnicas usadas nas ciladas que preparam.
Dulcifica-te e não reajas ao mal.
Age com bondade e sê fiel em qualquer circunstância do ideal ao qual te afervoras. Nunca revides, mesmo quando agredido, desperdiçando valiosa quota de energia com o que realmente não tem significado real, exceto aquele que lhe atribuis. Ora e confia, alegrando-te quando sob chuva de calhaus e sorrindo quando jornadeando sobre cardos, deixando pegadas de dor e de júbilo pelo caminho, a fim de que demonstres que segues Aquele que, aparentemente morreu vencido em uma cruz de vergonha, e que, após essa máxima cilada dos maus, retornou Triunfante conforme prometera.
Página ditada pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica da noite de 31/ 03/ 2010, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia, Brasil.
Impedimentos
" Pondo de lado todo o impedimento, corramos com
perseverança a carreira que nos está proposta" .
Paulo (Hebreus, 12:1)
Por onde transites, na Terra, transportando o vaso de tua fé a derramarse em boas obras, encontrarás sempre impedimentos a granel, dificultando-te a ação.
Hoje, é o fracasso nas tentativas iniciais de progresso.
Amanhã, é o companheiro que falha.
Depois, é a perseguição descaridosa ao teu ideal.
Afligir-te-ás com o fel de muitos lábios que te merecem apreço.
Sofrerás, de quando em quando, a incompreensão dos outros.
Periodicamente encontrarás na vanguarda obstáculos mil, induzindo-te
à inércia ou à negação.
A carreira que nos está proposta, no entanto, deve desdobrar-se
no roteiro do bem incessante...
Que fazer com as pessoas e circunstâncias que nos compelem ao retardamento e à imobilidade?
O apóstolo dos gentios responde, categórico:
"Pondo de lado todo o impedimento".
Colocar a dificuldade à margem, porém, não e desprezar as opiniões alheias
quando respeitáveis ou fugir à luta vulgar. É respeitar cada individualidade, na
posição que lhe é própria, é partilhar o ângulo mais nobre do bom combate, com a
nossa melhor colaboração pelo aperfeiçoamento geral. E, por dentro, na intimidade
do coração, prosseguir com Jesus, hoje, amanhã e sempre, agindo e servindo,
aprendendo e amando, até que a luz divina brilhe em nossa consciência, tanto quanto
inconscientemente já nos achamos dentro dela.
Do livro: "Fonte Viva", Cap. 12; pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Concentração Mental
Amigos, muito se fala em concentração mental.
Círculos de fé concentram-se em apelos intempestivos ao Cristo.
Concentram-se companheiros de ideal com impecável silêncio exterior, sustentando inadequado alario interno.
No entanto, é forçoso indagar de nós mesmos que recursos estaremos reunindo.
Simplesmente palavras ou simplesmente súplicas?
Sabemos que o justo requerimento deve apoiar-se no direito justo.
Situando a cabeça entre as mãos, é imprescindível não esquecer que nos cabe centralizar em semelhante atitude os resultados de nossa vida cotidiana, os pequeninos prêmios adquiridos na regeneração de nós mesmos e as vibrações que estamos espalhando ao longo do nosso caminho.
É por isso que oferecemos, despretensiosamente, aos companheiros, alguns lembretes, que consideramos de importância na garantia de nossa concentração espiritual.
1º. Não olvide, fora do santuário de sua fé, o concurso respeitável que compete a você dentro dele.
2º. Preserve seus ouvidos contra as tubas de calúnia ou da maledicência, sabendo que você deve escutar para a construção do bem.
3º. Não empreste seu verbo a palavras indignas, a fim de que sugestões da Esfera Superior lhe encontrem a boca limpa.
4º. Não ceda seus olhos à fixação das faltas alheias, entendendo que você foi chamado a ver para auxiliar.
5º. Cumpra o seu dever cada dia, por mais desagradável ou constrangedor lhe pareça, reconhecendo que a educação não surge sem disciplina.
6º. Aprenda a encontrar tempo para conviver com os bons livros, melhorando os próprios conhecimentos.
7º. Não se entregue à cólera ou ao desânimo, à leviandade ou aos desejos infelizes, para que a sua alma não se converta numa nota desafinada no conjunto harmonioso da oração.
8º. Caminhe no clima do otimismo e da boa vontade para com todos.
9º. Não dependure sua imaginação no cinzento cabide da queixa e ne mentalize o mal de ninguém.
10º. Cultive o auxílio constante e desinteressado aos outros, porque, no esquecimento do próprio << eu >>, você poderá então concentrar as suas energias mentais na prece, de vez que, desse modo, o seu pensamento erguer-se-á, vitorioso, para servir em nome de Deus.
Do livro "Instruções Psicofônicas", Cap. 54; pelo Espírito de André Luiz, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Círculos de fé concentram-se em apelos intempestivos ao Cristo.
Concentram-se companheiros de ideal com impecável silêncio exterior, sustentando inadequado alario interno.
No entanto, é forçoso indagar de nós mesmos que recursos estaremos reunindo.
Simplesmente palavras ou simplesmente súplicas?
Sabemos que o justo requerimento deve apoiar-se no direito justo.
Situando a cabeça entre as mãos, é imprescindível não esquecer que nos cabe centralizar em semelhante atitude os resultados de nossa vida cotidiana, os pequeninos prêmios adquiridos na regeneração de nós mesmos e as vibrações que estamos espalhando ao longo do nosso caminho.
É por isso que oferecemos, despretensiosamente, aos companheiros, alguns lembretes, que consideramos de importância na garantia de nossa concentração espiritual.
1º. Não olvide, fora do santuário de sua fé, o concurso respeitável que compete a você dentro dele.
2º. Preserve seus ouvidos contra as tubas de calúnia ou da maledicência, sabendo que você deve escutar para a construção do bem.
3º. Não empreste seu verbo a palavras indignas, a fim de que sugestões da Esfera Superior lhe encontrem a boca limpa.
4º. Não ceda seus olhos à fixação das faltas alheias, entendendo que você foi chamado a ver para auxiliar.
5º. Cumpra o seu dever cada dia, por mais desagradável ou constrangedor lhe pareça, reconhecendo que a educação não surge sem disciplina.
6º. Aprenda a encontrar tempo para conviver com os bons livros, melhorando os próprios conhecimentos.
7º. Não se entregue à cólera ou ao desânimo, à leviandade ou aos desejos infelizes, para que a sua alma não se converta numa nota desafinada no conjunto harmonioso da oração.
8º. Caminhe no clima do otimismo e da boa vontade para com todos.
9º. Não dependure sua imaginação no cinzento cabide da queixa e ne mentalize o mal de ninguém.
10º. Cultive o auxílio constante e desinteressado aos outros, porque, no esquecimento do próprio << eu >>, você poderá então concentrar as suas energias mentais na prece, de vez que, desse modo, o seu pensamento erguer-se-á, vitorioso, para servir em nome de Deus.
Do livro "Instruções Psicofônicas", Cap. 54; pelo Espírito de André Luiz, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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