Deus fala às criaturas, de acordo com a necessidade e o entendimento de cada época.
≈
Moisés aponta a Terra Prometida. Jesus anuncia o Reino de Deus. Kardec descortina o mundo espiritual.
Moisés legisla com ameaça. Jesus exemplifica o perdão. Kardec exalta a caridade.
Moisés aplica a justiça. Jesus usa de misericórdia. Kardec expõe a Lei de Causa e Efeito.
Moisés produz fenômenos. Jesus surpreende com prodígios. Kardec explica a mediunidade.
Moisés age com rigidez. Jesus ensina com bondade. Kardec revela bom senso.
Moisés disciplina. Jesus liberta. Kardec esclarece.
Moisés recebe os Mandamentos. Jesus comunica-se com o Pai. Kardec dialoga com o Espírito de Verdade.
O Espiritismo é o Consolador prometido pelo Cristo, para dar continuidade ao plano divino de conhecimento espiritual.
≈
Moisés, a Lei.
Jesus, o Amor.
Kardec, a Razão.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
domingo, 23 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Convite
E.S.E. - Cap. I – Itens 5 a 7
Espiritismo é obra do Cristo e diz qual é a solução de tuas dificuldades.
Aflição? É a esperança.
Orgulho? É a humildade.
Fraqueza? É a coragem.
Egoísmo? É a caridade.
Violência? É a brandura.
Discórdia? É a fraternidade.
Mágoa? É o perdão.
Contenda? É a paz.
Intolerância? É a indulgência.
Conflito? É o entendimento.
Desespero? É a calma.
Cólera? É a paciência.
Desilusão? É a fé.
Ódio? É o amor.
Diante dos apelos negativos que te perturbam o trajeto evolutivo, a Doutrina Espírita revive o Evangelho de Jesus e te convida à transformação moral.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
Espiritismo é obra do Cristo e diz qual é a solução de tuas dificuldades.
Aflição? É a esperança.
Orgulho? É a humildade.
Fraqueza? É a coragem.
Egoísmo? É a caridade.
Violência? É a brandura.
Discórdia? É a fraternidade.
Mágoa? É o perdão.
Contenda? É a paz.
Intolerância? É a indulgência.
Conflito? É o entendimento.
Desespero? É a calma.
Cólera? É a paciência.
Desilusão? É a fé.
Ódio? É o amor.
Diante dos apelos negativos que te perturbam o trajeto evolutivo, a Doutrina Espírita revive o Evangelho de Jesus e te convida à transformação moral.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
Louvor a Kardec
E.S.E. - Cap. I – Itens 5 a 7
≈
Cultivam hábitos arraigados de formalismo religioso.
E Kardec alude à adoração em espírito e verdade.
Aceitam revelações sem o exame do bom senso.
E Kardec condiciona a fé ao crivo do raciocínio.
Transformam o passe em gesticulação complexa.
E Kardec fala da naturalidade da ajuda espiritual.
Conduzem com formalismo os atos religiosos.
E Kardec menciona o culto simples e sincero.
Perturbam as instituições com atitudes egoístas.
E Kardec elege a caridade como roteiro de paz.
Divulgam textos sem o resguardo da prudência.
E Kardec lembra os critérios de análise mediúnica.
Tratam o fenômeno como objetivo primeiro.
E Kardec ressalta a transformação moral.
Submetem o socorro do Alto a certo preço.
E Kardec insiste na mediunidade gratuita.
Sucumbem à curiosidade pelas vidas anteriores.
E Kardec salienta o esquecimento do passado.
Renegam o discurso religioso pelo intelectual.
E Kardec reafirma as lições do Evangelho.
≈
O legado Kardequiano é a referência autêntica do Espiritismo e guarda em seu cerne a dimensão do Consolador prometido pelo Cristo.
Respeitemos, pois, todos nós, os espíritas encarnados e desencarnados, a obra doutrinária de Allan Kardec, louvando-lhe o extremado zelo à missão reveladora, até o ponto de voltar à crosta terrestre, em novo corpo, para desdobrar a Codificação do Espiritismo e testemunhar, mais uma vez, o profundo amor a Jesus, em toda uma existência consagrada ao bem.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
Testemunho Espírita
E.S.E. - Cap. I – Item 5
Conclama ao amor. E você se compraz no ódio.
Convoca ao perdão. E você persevera na mágoa.
Convida à caridade. E você persiste no egoísmo.
Acena com a misericórdia. E você mantém a intolerância.
Apela ao discernimento. E você tropeça na confusão.
Sinaliza com a esperança. E você se agita no desespero.
Chama ao entendimento. E você teima na questiúncula.
Concita à humildade. E você recalcitra no orgulho.
Sugere o trabalho nobre. E você adormece no desânimo.
Alicerça a fé no raciocínio. E você se agarra a superstições.
≈
O espírita assume com a consciência a responsabilidade ser fiel aos princípios que abraça.
O Espiritismo é benção do Alto, revivendo o Evangelho de Jesus e você, seguidor de Allan Kardec, tem o compromisso inadiável de testemunhá-lo na própria vida.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
Jesus te convida
E.S.E. - Cap. I – Itens 3 e 4
Jesus te convida a sair do atoleiro da inferioridade para a terra firme da renovação interior;
≈
do orgulho para a humildade;
da ambição para o equilíbrio;
do ressentimento para o perdão;
da indiferença para a fraternidade;
da aflição para a calma;
do egoísmo para a caridade;
da intolerância para a indulgência;
da mentira para a verdade;
do desespero para a esperança;
da discórdia para a compreensão;
da mesquinhez para a bondade;
do ódio para o amor.
≈
Não é fácil seguir o caminho da ascensão espiritual, mas o Evangelho de Jesus é o roteiro certo para a transformação íntima, convidando-te a sair da ilusão do mal para a realidade do bem.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
Não basta
E.S.E - Cap. I – Itens 1 e 2
Não mente, mas não luta pela verdade.
Não agride, mas não defende o fraco.
Não falseia, mas não assume o certo.
Não mata, mas não ajuda a viver.
Não rouba, mas não doa de si mesmo.
Não erra, mas não desculpa ninguém.
Não destrói, mas não edifica nada.
Não odeia, mas não se entrega à causa nobre.
≈
Há muita gente que enxerga a virtude apenas em evitar o mal. Contudo, Jesus exemplificou, o tempo todo, a atividade no bem.
Não basta simplesmente lavar as mãos. É preciso usá-las no trabalho digno.
Do Livro “Vivendo O Evangelho – Vol. I”, pelo espírito André Luiz. Psicografia de Antônio Baduy Filho.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Vantagens do Perdão
"Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas também vosso Pai Celestial vos perdoará a vós..."
– Jesus (Mateus, 6:14)
Quando Jesus nos exortou ao perdão não nos induzia exclusivamente ao aprimoramento moral, mas também ao reconforto íntimo, a fim de que possamos trabalhar e servir, livremente, na construção da própria felicidade.
Registremos alguns dos efeitos imediatos do perdão nas ocorrências da vida prática.
Através dele, ser-nos-á possível promover a extinção do mal, interpretando-se o mal por fruto de ignorância ou manifestação de enfermidade da mente; impediremos a formação de inimigos que poderiam surgir e aborrecer-nos indefinidamente, alentados por nossa aspereza ou intolerância; liberar-nos-emos de qualquer perturbação no tocante a ressentimento; imunizaremos o campo sentimental dos entes queridos contra emoções, idéias, palavras ou atitudes suscetíveis de marginalizá-los, por nossa causa, nos despenhadeiros da culpa; defenderemos a tarefa sob nossa
responsabilidade, sustentando-a a cavaleiro de intromissões que, a pretexto de auxiliar-nos, viessem arrasar o trabalho que mais amamos; impeliremos o agressor a refletir seriamente na impropriedade da violência; e adquiriremos a simpatia de quantos nos observem, levando-os a admitir a existência da fraternidade, em cujo poder dizemos acreditar.
Quantos perdoem golpes e injúrias, agravos e perseguições apagam incêndios de ódio ou extinguem focos de delinqüência no próprio nascedouro, amparando legiões de criaturas contra o desequilíbrio e resguardando a si mesmos contra a influência das trevas.
Perdão pode ser comparado a luz que o ofendido acende no caminho do ofensor. Por isso mesmo, perdoar, em qualquer situação, será sempre colaborar na vitória do amor, em apoio de nossa própria libertação para a vida imperecível.
Do livro "Aulas da Vida", pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
– Jesus (Mateus, 6:14)
Quando Jesus nos exortou ao perdão não nos induzia exclusivamente ao aprimoramento moral, mas também ao reconforto íntimo, a fim de que possamos trabalhar e servir, livremente, na construção da própria felicidade.
Registremos alguns dos efeitos imediatos do perdão nas ocorrências da vida prática.
Através dele, ser-nos-á possível promover a extinção do mal, interpretando-se o mal por fruto de ignorância ou manifestação de enfermidade da mente; impediremos a formação de inimigos que poderiam surgir e aborrecer-nos indefinidamente, alentados por nossa aspereza ou intolerância; liberar-nos-emos de qualquer perturbação no tocante a ressentimento; imunizaremos o campo sentimental dos entes queridos contra emoções, idéias, palavras ou atitudes suscetíveis de marginalizá-los, por nossa causa, nos despenhadeiros da culpa; defenderemos a tarefa sob nossa
responsabilidade, sustentando-a a cavaleiro de intromissões que, a pretexto de auxiliar-nos, viessem arrasar o trabalho que mais amamos; impeliremos o agressor a refletir seriamente na impropriedade da violência; e adquiriremos a simpatia de quantos nos observem, levando-os a admitir a existência da fraternidade, em cujo poder dizemos acreditar.
Quantos perdoem golpes e injúrias, agravos e perseguições apagam incêndios de ódio ou extinguem focos de delinqüência no próprio nascedouro, amparando legiões de criaturas contra o desequilíbrio e resguardando a si mesmos contra a influência das trevas.
Perdão pode ser comparado a luz que o ofendido acende no caminho do ofensor. Por isso mesmo, perdoar, em qualquer situação, será sempre colaborar na vitória do amor, em apoio de nossa própria libertação para a vida imperecível.
Do livro "Aulas da Vida", pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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