Afirmaste, tantas vezes, sem dinheiro e que, por isso, não podes auxiliar.
Que ingratidão, ante a generosidade da vida!
Dizes que te faltam recursos para aliviar o doente e tuas mãos não podem balsamizar-lhes as feridas.
Proclamas que no dispões de finanças para escorar um amigo alienado mental, em tratamento em um sanatório, e, com teus olhos e ouvidos, conservas a possibilidade de transformar em valores de bem e mal que enxergues o escutes, imunizando muita gente contra a loucura.
Asseveras que no reténs os meios precisos para garantir a instrução de um companheiro na escola e possuis a palavra como instrumento de luz, capaz de rechaçar desentendimentos e sombras.
Alegas que não consegues remunerar o trabalhador habilitado para socorrer-te o trato de solo e deténs contigo o poder de plantar a semente assegurar a limpeza da fonte.
Trabalho inteligente é privilegio que a vida te confiou.
Os Espíritos Angélicos são realmente ministros de Deus que brilham nos Céus e fazem prodígios, executando tarefas gloriosas.
Não olvides, porém, que, a despeito de tuas falhas e imperfeições, em te confrontando com eles, junto de nossos irmãos da Terra, se quiseres servir, podes fazer muito mais.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Albino Teixeira, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
sábado, 4 de agosto de 2012
AJUDA-TE HOJE
Sim, nas leis da reencarnação, quase todos nós, os filhos da Terra, temos o passado a resgatar, o presente a viver e o futuro a construir.
Lembremo-nos, assim, de que, nas concessões da Providência Divina, o nosso mais precioso lugar de trabalho chama-se “aqui” e o nosso melhor tempo chamase “agora”.
Detenhamo-nos, por isso, na importância das horas de hoje.
Ontem, perturbação.
Hoje, reequilíbrio.
Ontem, o poder transviado.
Hoje, a subalternidade edificante.
Ontem, a ostentação.
Hoje, o anonimato.
Ontem, a incompreensão.
Hoje, o entendimento.
Ontem, o desperdício.
Hoje, a parcimônia.
Ontem, a ociosidade.
Hoje, a diligência.
Ontem, a sombra.
Hoje, a luz.
Ontem, o arrependimento.
Hoje, a reconstrução.
Ontem, a violência.
Hoje, a harmonia.
Ontem, o ódio.
Hoje, o amor.
Diz-nos a sabedoria de todos os tempos — “Ajuda-te que o Céu te ajudará” —, afirmativa sublime que nos permitimos parafrasear, acentuando: “Ajuda-te hoje, que o Céu te ajudará sempre”.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito André Luiz, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Lembremo-nos, assim, de que, nas concessões da Providência Divina, o nosso mais precioso lugar de trabalho chama-se “aqui” e o nosso melhor tempo chamase “agora”.
Detenhamo-nos, por isso, na importância das horas de hoje.
Ontem, perturbação.
Hoje, reequilíbrio.
Ontem, o poder transviado.
Hoje, a subalternidade edificante.
Ontem, a ostentação.
Hoje, o anonimato.
Ontem, a incompreensão.
Hoje, o entendimento.
Ontem, o desperdício.
Hoje, a parcimônia.
Ontem, a ociosidade.
Hoje, a diligência.
Ontem, a sombra.
Hoje, a luz.
Ontem, o arrependimento.
Hoje, a reconstrução.
Ontem, a violência.
Hoje, a harmonia.
Ontem, o ódio.
Hoje, o amor.
Diz-nos a sabedoria de todos os tempos — “Ajuda-te que o Céu te ajudará” —, afirmativa sublime que nos permitimos parafrasear, acentuando: “Ajuda-te hoje, que o Céu te ajudará sempre”.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito André Luiz, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
ABENÇOA E AUXILIA
A vida oferece infalível receita em favor de nossa paz.
Se a incompreensão nos aflige, abençoa e auxilia.
Se a discórdia ameaça, abençoa e auxilia.
Se a dificuldade aparece, abençoa e auxilia.
Se a crítica nos vergasta, abençoa e auxilia.
Se a maldade nos bate à porta, abençoa e auxilia.
Se a irritação nos procura, abençoa e auxilia.
Se o problema se agrava, abençoa e auxilia.
Se o desânimo intenta arrasar-nos, abençoa e auxilia.
Se a injúria nos visita, abençoa e auxilia.
Se a provação surge mais exigente, abençoa e auxilia.
Se o afeto de alguém nos abandona, abençoa e auxilia.
Ainda mesmo nos dias em que a lágrima seja a única presença em nosso coração para o trabalho a fazer, abençoa e auxilia sempre, porque abençoando e auxiliando estaremos, em toda a parte, com o auxílio e com a benção de Deus.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito de Bezerra de Menezes, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Se a incompreensão nos aflige, abençoa e auxilia.
Se a discórdia ameaça, abençoa e auxilia.
Se a dificuldade aparece, abençoa e auxilia.
Se a crítica nos vergasta, abençoa e auxilia.
Se a maldade nos bate à porta, abençoa e auxilia.
Se a irritação nos procura, abençoa e auxilia.
Se o problema se agrava, abençoa e auxilia.
Se o desânimo intenta arrasar-nos, abençoa e auxilia.
Se a injúria nos visita, abençoa e auxilia.
Se a provação surge mais exigente, abençoa e auxilia.
Se o afeto de alguém nos abandona, abençoa e auxilia.
Ainda mesmo nos dias em que a lágrima seja a única presença em nosso coração para o trabalho a fazer, abençoa e auxilia sempre, porque abençoando e auxiliando estaremos, em toda a parte, com o auxílio e com a benção de Deus.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito de Bezerra de Menezes, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
NA INTIMIDADE DOMÉSTICA
A história do bom samaritano, repetidamente estudada, oferece conclusões sempre novas.
O viajante compassivo encontra o ferido anônimo na estrada.
Não hesita em auxiliá-lo.
Estende-lhe as mãos.
Pensa-lhe as feridas.
Recolhe-o nos braços sem qualquer idéia de preconceito.
Conduze-o ao albergue mais próximo.
Garante-lhe a pousada.
Olvida conveniências e permanece junto dele, enquanto necessário.
Abstém-se de indagações.
Parte ao encontro do dever, assegurando-lhe a assistência com os recursos da própria bolsa, sem prescrever-lhe obrigações.
Jesus transmitiu-nos a parábola, ensinando-nos o exercício da caridade real, mas, até agora, transcorridos quase dois milênios, aplicamo-la, via de regra, às pessoas que não nos comungam o quadro particular.
Quase sempre, todavia, temos os caídos do reduto doméstico.
Não descem de Jerusalém para Jericó, mas tombam da fé para a desilusão e da alegria para a dor, espoliados nas melhores esperanças, em rudes experiências.
Quantas vezes surpreendemos as vítimas da obsessão e do erro, da tristeza e da provação, dentro de casa !
Julgamos, assim, que a parábola do bom samaritano produzirá também efeitos admiráveis, toda vez que nos decidirmos a usá-la, na vida íntima, compreendendo e auxiliando os vizinhos e companheiros, parentes e amigos, sem nada exigir e sem nada perguntar.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
O viajante compassivo encontra o ferido anônimo na estrada.
Não hesita em auxiliá-lo.
Estende-lhe as mãos.
Pensa-lhe as feridas.
Recolhe-o nos braços sem qualquer idéia de preconceito.
Conduze-o ao albergue mais próximo.
Garante-lhe a pousada.
Olvida conveniências e permanece junto dele, enquanto necessário.
Abstém-se de indagações.
Parte ao encontro do dever, assegurando-lhe a assistência com os recursos da própria bolsa, sem prescrever-lhe obrigações.
Jesus transmitiu-nos a parábola, ensinando-nos o exercício da caridade real, mas, até agora, transcorridos quase dois milênios, aplicamo-la, via de regra, às pessoas que não nos comungam o quadro particular.
Quase sempre, todavia, temos os caídos do reduto doméstico.
Não descem de Jerusalém para Jericó, mas tombam da fé para a desilusão e da alegria para a dor, espoliados nas melhores esperanças, em rudes experiências.
Quantas vezes surpreendemos as vítimas da obsessão e do erro, da tristeza e da provação, dentro de casa !
Julgamos, assim, que a parábola do bom samaritano produzirá também efeitos admiráveis, toda vez que nos decidirmos a usá-la, na vida íntima, compreendendo e auxiliando os vizinhos e companheiros, parentes e amigos, sem nada exigir e sem nada perguntar.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
QUANDO PUDERES
Quanto puderes, não te afastes do lar, ainda mesmo quando o lar te pareça inquietante fornalha de fogo e aflição.
Quanto te seja possível, suporta a esposa incompreensiva e exigente, ainda mesmo quando surja aos teus olhos por empecilho à felicidade.
Quanto estiver ao teu alcance, tolera o companheiro áspero ou indiferente, ainda mesmo quando compareça ao teu lado, por adversário de tuas melhores esperanças.
Quanto puderes, não abandones o filho impermeável aos teus bons exemplos e aos teus sadios conselhos, ainda mesmo quando se te afigure acabado modelo de ingratidão.
Quanto te seja possível, suporta o irmão que se fez cego e surdo aos teus mais elevados testemunhos no bem, ainda mesmo quando se destaque por inexcedível representante do egoísmo e da vaidade.
Quanto estiver ao teu alcance, tolera o chefe atrabiliário, o colega leviano, o parente desagradável, ou o amigo menos simpático, ainda mesmo quando escarneçam de tuas melhores aspirações.
Apaga a fogueira da impulsividade que nos impele aos atos impensados ou à queixa descabida e avancemos para diante arrimados à tolerância porque se hoje não conseguimos realizar a tarefa que o senhor nos confiou, a ela tornaremos amanhã com maiores dificuldades para a necessária recapitulação.
Não vale a fuga que complica os problemas, ao invés de simplificá-los.
Aceitemos o combate em nós mesmos, reconhecendo que a disciplina antecede a espontaneidade.
Não há purificação sem burilamento, como não há metal acrisolado sem cadinho esfogueante.
A educação é obra de sacrifício no espaço e no tempo, e atendendo à Divina Sabedoria, --- que jamais nos situa uns à frente dos outros sem finalidade de serviço e reajustamento para a vitória do amor ---, amemos nossas cruzes por mais pesadas e espinhosas que sejam, nelas recebendo as nossas mais altas e mais belas lições.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia Francisco Cândido Xavier.
Quanto te seja possível, suporta a esposa incompreensiva e exigente, ainda mesmo quando surja aos teus olhos por empecilho à felicidade.
Quanto estiver ao teu alcance, tolera o companheiro áspero ou indiferente, ainda mesmo quando compareça ao teu lado, por adversário de tuas melhores esperanças.
Quanto puderes, não abandones o filho impermeável aos teus bons exemplos e aos teus sadios conselhos, ainda mesmo quando se te afigure acabado modelo de ingratidão.
Quanto te seja possível, suporta o irmão que se fez cego e surdo aos teus mais elevados testemunhos no bem, ainda mesmo quando se destaque por inexcedível representante do egoísmo e da vaidade.
Quanto estiver ao teu alcance, tolera o chefe atrabiliário, o colega leviano, o parente desagradável, ou o amigo menos simpático, ainda mesmo quando escarneçam de tuas melhores aspirações.
*-*-*
Apaga a fogueira da impulsividade que nos impele aos atos impensados ou à queixa descabida e avancemos para diante arrimados à tolerância porque se hoje não conseguimos realizar a tarefa que o senhor nos confiou, a ela tornaremos amanhã com maiores dificuldades para a necessária recapitulação.
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Não vale a fuga que complica os problemas, ao invés de simplificá-los.
Aceitemos o combate em nós mesmos, reconhecendo que a disciplina antecede a espontaneidade.
Não há purificação sem burilamento, como não há metal acrisolado sem cadinho esfogueante.
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A educação é obra de sacrifício no espaço e no tempo, e atendendo à Divina Sabedoria, --- que jamais nos situa uns à frente dos outros sem finalidade de serviço e reajustamento para a vitória do amor ---, amemos nossas cruzes por mais pesadas e espinhosas que sejam, nelas recebendo as nossas mais altas e mais belas lições.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia Francisco Cândido Xavier.
AS DUAS TRISTEZAS
Há, sim, a tristeza construtiva - aquela que nos impulsiona para a Vida Superior, encaminhando-nos para o trabalho da melhoria íntima, perante a sede de ascensão espiritual.
Existe, porém, a outra - a tristeza destrutiva - que se traja de luto, por dentro do coração, todos os dias, espalhando desânimo e pessimismo onde passa.
Observa a ti mesmo, a fim de que te imunizes contra semelhante doença da alma.
Toda vez que comentamos nossos problemas, exagerando-lhes o tamanho ou dramatizando as dificuldades que nos chegam à existência; sempre que tomamos o tempo alheio, a fim de recordar sofrimentos passados que a Providência Divina já mandou apagar, em nosso benefício, com a esponja do tempo; em todas as
situações nas quais nos pomos a exaltar os preconceitos próprios, desconsiderando a posição e a experiência dos semelhantes; e, na generalidade dos casos em que nos pusermos a lamentar dissidências e desacordos, contendas e mágoas, estamos afastando de nós mesmos os melhores amigos, através da amargura e do ressentimento que destilamos com as nossas palavras.
Naturalmente, cautelosos, esses companheiros preferem distância à partilha indébita de nossas aversões e frustrações, antagonismos e queixas, embora, sempre que generosos e leais, estejam claramente dispostos a apoiar-nos na restauração da própria harmonia.
Compreendamos que ninguém estima a permanência num espinheiro e nem escolhe vinagre para brindar os laços diletos, e saibamos fornecer bondade e paz, entusiasmo e otimismo aos que se aproximem de nós, porquanto não há quem não necessite de alguém para executar os deveres que a vida lhe preceitue.
Para isso, nós que sabemos rogar a Deus proteção e bênção, aprendamos igualmente a pedir à Divina Providência nos conceda a precisa coragem para silenciar desapontamentos e lágrimas, de maneira a doar paz e alegria, segurança e consolo aos outros, tanto quanto esperamos esses benefícios dos outros em
auxílio a nós.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Existe, porém, a outra - a tristeza destrutiva - que se traja de luto, por dentro do coração, todos os dias, espalhando desânimo e pessimismo onde passa.
Observa a ti mesmo, a fim de que te imunizes contra semelhante doença da alma.
Toda vez que comentamos nossos problemas, exagerando-lhes o tamanho ou dramatizando as dificuldades que nos chegam à existência; sempre que tomamos o tempo alheio, a fim de recordar sofrimentos passados que a Providência Divina já mandou apagar, em nosso benefício, com a esponja do tempo; em todas as
situações nas quais nos pomos a exaltar os preconceitos próprios, desconsiderando a posição e a experiência dos semelhantes; e, na generalidade dos casos em que nos pusermos a lamentar dissidências e desacordos, contendas e mágoas, estamos afastando de nós mesmos os melhores amigos, através da amargura e do ressentimento que destilamos com as nossas palavras.
Naturalmente, cautelosos, esses companheiros preferem distância à partilha indébita de nossas aversões e frustrações, antagonismos e queixas, embora, sempre que generosos e leais, estejam claramente dispostos a apoiar-nos na restauração da própria harmonia.
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Compreendamos que ninguém estima a permanência num espinheiro e nem escolhe vinagre para brindar os laços diletos, e saibamos fornecer bondade e paz, entusiasmo e otimismo aos que se aproximem de nós, porquanto não há quem não necessite de alguém para executar os deveres que a vida lhe preceitue.
Para isso, nós que sabemos rogar a Deus proteção e bênção, aprendamos igualmente a pedir à Divina Providência nos conceda a precisa coragem para silenciar desapontamentos e lágrimas, de maneira a doar paz e alegria, segurança e consolo aos outros, tanto quanto esperamos esses benefícios dos outros em
auxílio a nós.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
ESMORECER NUNCA
Referes-te aos Mundos Superiores do Espaço Cósmico, qual se a Terra não estivesse localizada nos Céus. E pensas nos Espíritos Angélicos, à feição de inatingíveis ministros do Eterno, mensageiros de forças prodigiosas que jamais alcançarás.
Entretanto, guardas contigo a mesma condição de imortalidade, tocada de dons sublimes que podes claramente desenvolver ao infinito. Por essa razão, convéns saibas que, por muito extensas se te façam as necessidades e as lágrimas, carregas contigo o mais alto poder da vida.
Não creias compartilhem dele tão-somente os sábios e os justos, os santos e os heróis. Por mais ínfima se te mostre a situação, ei-lo contigo por marca de tua origem celeste.
Mesmo que estejas atravessando rudes e escabrosos caminhos de cinza e pranto, para que te soergas de quedas clamorosas, exibindo sinais de poeira e fel, ninguém te pode subtrair essa herança do Criador, de cujo hálito nasceste.
Detém-te a pensar nisto e nunca esmoreças.
Ainda que os imperativos da experiência hu mana te hajam arrojado de luminosas eminências do serviço aos degraus mais obscuros do recomeço, mergulha o próprio coração nas fontes da esperança e rejubila-te, porque Deus te dotou com o Divino privilégio de trabalhar e auxiliar.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Meimei, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Entretanto, guardas contigo a mesma condição de imortalidade, tocada de dons sublimes que podes claramente desenvolver ao infinito. Por essa razão, convéns saibas que, por muito extensas se te façam as necessidades e as lágrimas, carregas contigo o mais alto poder da vida.
Não creias compartilhem dele tão-somente os sábios e os justos, os santos e os heróis. Por mais ínfima se te mostre a situação, ei-lo contigo por marca de tua origem celeste.
Mesmo que estejas atravessando rudes e escabrosos caminhos de cinza e pranto, para que te soergas de quedas clamorosas, exibindo sinais de poeira e fel, ninguém te pode subtrair essa herança do Criador, de cujo hálito nasceste.
Detém-te a pensar nisto e nunca esmoreças.
Ainda que os imperativos da experiência hu mana te hajam arrojado de luminosas eminências do serviço aos degraus mais obscuros do recomeço, mergulha o próprio coração nas fontes da esperança e rejubila-te, porque Deus te dotou com o Divino privilégio de trabalhar e auxiliar.
Do livro "Coragem", Pelo Espírito Meimei, Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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