quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quando a doença do corpo vem da mente


De acordo com os pesquisadores JW Kennedy, RC McKinstry, do Functional Mapping of the Human Visual, o pensamento é uma atividade mental organizada com capacidade de planejamento, definição de estratégias, previsões e soluções de problemas, que, por meio da vontade, energias são lançadas ou atraídas de acordo com ondas mentais que se identificam no tempo espaço.

Com a atração do pensamento, segundo Platão (427 a.C) “A cura das partes não deve ser tentada sem o tratamento do todo; nenhuma tentativa de curar o corpo deve ser feita sem levar a alma em consideração. E se a cabeça e o corpo devem estar saudáveis, é necessário começar pela mente, pois, o grande erro dos nossos dias ao tratar o corpo humano é que nossos médicos separam a alma do corpo”.

Em uma entrevista concedida pelo médium, orador e escritor Antonio Carlos Laferreira, a abordagem do poder do pensamento fica clara quanto a sua construção e destruição, de acordo com os comandos do próprio ser pensante naquilo que objetiva alcançar.

RBN: É possível agredir o corpo físico tendo pensamentos negativos a respeito de si mesmo?

Antonio Carlos Laferreira: O conhecimento de que a alma e suas emoções transferem ao corpo físico energias enfermas que comprometem todo o plano psíquico não é novidade, as ondas mentais geram reações no físico devido à ação constante de hormônios e enzimas que acabam por lesar órgãos ou sistemas.
Por exemplo: O sentimento do egoísmo leva ao comportamento de avareza; apresentando quadros de artrites, problemas em braços, ombros e mãos. O sentimento de ódio gera comportamentos de vingança, mágoa, violência e agressividade, dos quais teremos desajustes cardíacos, processos melancólicos, reumatismos, cânceres e doenças nos ossos, assim sucessivamente com os demais comandos e órgãos do corpo humano.

Como podemos policiar e corrigir nossos pensamentos?

A educação da alma e o autocontrole são fundamentais para esta atenção necessária. Sentir raiva, tristeza e outros sentimentos menos edificantes ainda está próximo de nossa verdade evolutiva, mas o grande problema é o ressentir, ou seja, o sentir novamente.

Precisamos corrigir nossa postura mental e emocional, por exemplo: quando algo ou alguém nos aborrece, ficamos alterados, irritadiços, nervosos, irados, as faces ruborizadas, o coração acelerado e, as mãos muitas vezes se fecham na demonstração de gestos de raiva e ataque. É aí que está nossa oportunidade de atenção e correção, não ressentir, não dar vazão ao que nos faz mal, evitando aos poucos nosso descontrole.

Sentimentos e pensamentos doentes causam lesões no corpo espiritual?

Sim, o sentimento e o pensamento persistentes, doentios, lesam o perispírito e o corpo físico e, isso, indica grande ausência de controle e falta de conhecimento íntimo das emoções que deixamos fluir livremente.

Postura mental é sinônimo de mudança moral?

Ainda sentiremos ira, tristeza, mas o importante é trabalhar no sentimento equacionando a causa e nossa postura diante deste sentir, avaliando nossa responsabilidade e necessidade de zelo diante da própria saúde e também da paz alheia, pois o perseverar no sentimento negativo é vibração que atinge igualmente o outro mais próximo. Cada sentimento vibrará em nossa mente (espírito), e excitará o córtex cerebral, que por sua vez reagirá sobre o corpo.

Como trabalhar nossas emoções?

Em Mateus, capítulo XVIII, versículos 21 a 35, fala da necessidade do perdão, referindo ser a melhor terapia de nossas enfermidades, perdoando ao outro e a si mesmo, não permitindo cultivar o sentimento de culpa, sendo este um processo de autopunição que lesa nossa organização espiritual e física, causando transtornos de difícil solução.

Corrigir a rota é fundamental, muitas vezes quando detectamos algo a ser modificado, reprimimos ou exteriorizamos, sem tratarmos a causa, podendo até, camuflar nossas atitudes, mas o sentimento permanece doente.

O caminho é renovar os Sentimentos que atuará nos Pensamentos gerando atitudes modificadas e nobres.
Antonio Carlos Laferreira - Nefrologista, Dirigente da Fraternidade Cristo Redentor em Itaquera – São Paulo e apresentador do programa Fraternidade pela Rede Boa Nova de Rádio.
 


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Seminário: Paulo e Estevão por Haroldo Dutra Dias

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Ler e Estudar

“Muitos virão em meu nome dizendo: ‘eu sou o Cristo’,e enganarão a muitos.”
Jesus (Mateus, 24:5)

“Desconfiai dos falsos profetas.”
(ESE, XXI, Item 9)

Ler, sim, e ler sempre, mas saber o que lemos.
Isso é o mesmo que reconhecer o impositivo da alimentação física, na qual,
todas as criaturas de bom­senso, atendam à seleção necessária.
Ninguém adquire gêneros deteriorados para a formação dos pratos que
consome.
Pessoa alguma compra pastéis de lodo para serviço à mesa.
Estudar, sim, e estudar sempre, mas saber o que estudamos.
Isso é o mesmo que reconhecer o impositivo da instrução, na qual todas as
criaturas de bom­senso atendem ao critério preciso.
Ninguém adquire páginas dissolutas para fortalecer o caráter.
Pessoa alguma compra gravuras pornográficas para conhecer o alfabeto.
O homem filtra a água, efetua os prodígios da assepsia, imuniza produtos
do mercado popular e vacina­se contra moléstias contagiosas, no entanto, por mais
levante os princípios de controle da imprensa, encontra, a cada passo, reportagens
sanguinolentas e livros enfermiços, nos quais o vício e a criminalidade,
freqüentemente, comparecem disfarçados em belas palavras, semelhando cristais de
alto preço, carreando veneno.
Assevera o apóstolo Paulo, em sua primeira carta aos Tessalonicenses:
“examinai tudo e retende o bem.”
A sábia sentença, decerto, menciona tudo o que pode e deve ser geralmente
anotado, de vez que o meio microbiano, para efeitos científicos, se reserva ao exame
de técnicos que, aliás, o fazem, munidos de luva conveniente.
Leiamos e estudemos, sim, quanto nos seja possível, honrando o trabalho
dos escritores de pensamento limpo e nobre que nos restaurem as forças e nos
amparem a Vida, mas evitemos as páginas em que a loucura e a delinqüência se
estampam, muitas vezes, através de alucinações fraseológicas de superfície deleitosa
e brilhante, porquanto, buscar­lhes o convívio equivale a pagar corrosivo mental ou
perder tempo.

Fonte: "Livro da Esperança", Cap. 74, Pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Candido Xavier

ESTAMOS DE VOLTA!

Olá amigo de ideal espírita, depois de um período, retornamos com nosso estudo de livros espíritas. Agora em novo formato e muito mais inter...