segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Apoio Fraterno

"Não te omitas no socorro
Aos que pareçam felizes,
Quem vê as flores no ramo
Não vê praga nas raízes;
Nem faças beneficência
De face tristonha e fria,
A porta da caridade
Tem nome de cortesia."

Do livro "Recados da Vida", pelo Espírito Maria Dolores, Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Anota em Paz

"Não caias no desespero, pelo motivo de haveres errado.

Asserena-te, revisando as próprias atitudes e obrigações e retifica-te no caminho a seguir ou no trabalho a fazer.

É muito provável que aquele de nossos irmãos que tudo apresente como sendo absolutamente certo na moldura de um ambiente irrepreensível, esteja acalentando algum erro na retaguarda."

Do livro "Neste Instante", pelo Espírito Emmanuel, Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Alegria

Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo. Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.

A água da fonte é carinho liqüefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.

Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.

Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.

Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.

A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.

Do livro "Ideal Espírita", pelo Espírito Meimei, psicografia de Francisco Cândido Xavier. - Edição CEC)

Abrigo seguro

Diante de quaisquer provação da vida; quando tudo te pareça incompreensão, barrando-te os passos;

se as circunstâncias do mundo te arrebatarem a presença de criaturas queridas;

no momento em que todos os recursos se te afigurem extintos;

perante os sofrimentos que te alcancem os seres amados;

ou à frente de inibições orgânicas que julgues irreversíveis, ilhando-te nos problemas da enfermidade; não desanimes.

Pensa em Deus, refugia-te em Deus, espera por Deus e confia em Deus, porquanto, ainda mesmo quando te suponhas a sós, em meio de tribulações incontáveis, Deus está conosco e com Deus venceremos.

Do livro "Recados da Vida", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. - Edição GEEM

Bombeiros de Deus

Temos diversas formas de auxiliar: suprimir a penúria;
estender a beneficência;
criar a generosidade;
consolar o sofrimento.
Existe, porém, uma delas ao alcance de todos e que pode ser largamente exercida em qualquer lugar: o donativo da calma nos momentos atribulados da vida.
Recorda os bens espirituais que consegues distribuir e não marginalizes semelhante recurso.

Diante de reclamações e críticas, usa a tolerância que estabeleça a harmonia possível entre acusados e acusadores;
recebendo injúrias e ofensas, silencia e esquece os desequilíbrios de que porventura te fizeste vítima, sustando calamidades da delinqüência; perante a agressividade exagerada de alguém, guarda a serenidade que balsamize corações e pacifique ambientes;
encontrando veículos de discórdia, emprega o entendimento que afaste choques e conflitos capazes de suscitar azedume e perturbação.

Em qualquer lance difícil da existência dispões da possibilidade de atuar beneficamente com os recursos da bondade e da compreensão que entretecem a garantia da paz.

Lembra a faísca lançada impensadamente quando se transforma em fogo descontrolado e devorador.

Qualquer criatura, quando se mostre agindo sem noção de responsabilidade, pode gerar incêndios lamentáveis, destruindo os mais altos valores da vida.

Por isso mesmo, onde estivermos, sejamos nós os bombeiros de Deus.

Do livro "Caminhos de Volta", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. - Edição GEEM

Aos quase suicidas

Sim. É a dor fulminativa, a dor largamente suportada, aquela que se te acumulou no coração, qual represa de fogo e fel, e aquela outra que sempre temeste e que chegou, por fim, à maneira de tempestade, arrasando-te as forças. São elas, essas agonias indizíveis, para as quais os dicionários humanos não te fornecem palavras adequadas à necessária definição, que, muitas vezes, te fazem desejar a morte, antes do momento em que a morte aparece a cada criatura terrestre, à feição de anjo libertador.

Ainda assim, compreendendo-te os ápices de angústia, em nome de todos aqueles que te amam, aquém das fronteiras de cinza, dos quais te despediste na grande separação, rogamos-te paciência e coragem.

Ergue-te, acima dos escombros das próprias ilusões, e contempla os caminhos novos que a Infinita Bondade de Deus te reserva.

Se amarguras te azedaram os sonhos, espera pelo tempo cujos filtros não funcionam debalde; se desenganos te buscaram, observa que ensinamentos te trazem; se dificuldades repontaram da estrada, estuda com elas qual a melhor solução aos teus problemas de paz e segurança; se provações surgiram, atribulando-te as horas, enumera as lições de que se façam portadoras, em teu benefício; se prejuízos te dilapidaram a existência, recorda que o trabalho nunca nos cerra as portas; e se alguém te deixou a alma vazia de afeição, pensa no amor infinito que sustenta o Universo, na certeza de que outras almas te virão ao encontro, abençoando-te o dom de amar e de servir.

Nunca esmoreças, ante as dificuldades que te surjam no caminho para a vanguarda.

Quando estiveres a ponto de ceder à pior rendição de todas - aquela de recusar o dom da vida - detém-te a refletir em Deus que te criou para a Sabedoria e para o Amor. E Ele, cujo poder arranca a erva da semente sepultada no chão para o esplendor solar, te arrebatará igualmente a qualquer tribulação, a fim de que sobrepaires, além de todos os fracassos e de todas as crises, de modo a que brilhes e avances para a frente, aprendendo e trabalhando, servindo e amando, em plenitude de vida imperecível.

Do livro "Mais Perto", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. - Edição GEEM

Amar e perdoar

Jesus nos recomendou amar-nos uns aos outros, tal qual ele mesmo nos amou, e perdoar as ofensas, setenta vezes sete vezes, não porque nos considere habilitados para semelhante comportamento, mas porque, se lhe aceitarmos as diretrizes com paciência, ele se tornará mais intimamente associado a nós e, com ele, estaremos fortes e seguros para fazer isso.

Do livro "Monte Acima", pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.  - Edição GEEM

ESTAMOS DE VOLTA!

Olá amigo de ideal espírita, depois de um período, retornamos com nosso estudo de livros espíritas. Agora em novo formato e muito mais inter...